segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Mensagem indiscreta

Sexta-feira, de saco cheio do trabalho, mas empolgado com a folga do fim-de-semana e a oportunidade de sair e curtir um pouco o bom da vida.

A Sereia me ligou: "Hoje a noite eu tenho aula. Qual a chance de você ir lá me pegar?".
Respondi: "Bem, não sei, querida, tenho um compromisso às 20h e não sei que horas devo sair."
E realmente tinha um compromisso. Nada demais, mas já havia marcado.
Senti que ela meio que desanimou um pouco, mas eu prometi nos vermos outro dia.

Sereia estava com uma tara, e queria realizá-la. Ela queria transar comigo na rua, ali do lado da sua faculdade, onde ela fazia um curso de verão. Era tentadora a proposta, apesar de perigosa.
Por volta das 21 horas eu já estava liberado. Então resolvi mandar um SMS para ela, que dizia:
"Quer trepar?".
Não demorou um minuto e ela respondeu: "Claro!".
Peguei o celular e liguei pra ela. "Invente uma desculpa para sair, mas estarei na esquina em 5 minutos".

Eis que eu estava lá e ela já chegou, rapidamente. Ela entrou no carro e nos demos um beijo de OI.

Falei que estava louco de tesão por ela e fui saindo devagar com o carro. Ela disse: "E ai, não vai me comer aqui mesmo, na rua?". Eu ri, um pouco estremecido, confesso, disse: "Tem dois problemas - 1, estou sem camisinha e 2, tem muita gente passando aqui agora."
Ela disse que camisinha não era problema, pois ela tinha. Mas eu disse que com a vontade que eu estava dela, preferia um lugar mais calmo e tranquilo, que pudéssemos curtir de verdade, sem pressas e sem apurrinhações. Ela topou mais que prontamente.

Fomos ao motelzinho de sempre. Barato, mas aconchegante.

Nem bem entramos e começamos aquele beijo quente, com desejo. Logo estávamos nús, os dois, um pedindo o outro.

Deitei ela na cama e logo cai de boca naquele corpo gostoso. Que peitos! Desci até suas pernas e levemente subi, até alcançar sua xotinha, linda, depiladinha e molhada. Melhor, ensopada. Fiz ela gozar gostoso assim.

Foi então a vez dela me jogar na cama e começar a me chupar. Olhando para mim ela disse: "Quero um banho de porra, goze em mim". Foram palavras mágicas aveludadas ao meu ouvido. Não demorei muito e gozei na boca dela. Ela engoliu tudo, até a última gota. O maior tesao era ver a cara de satisfação dela, querendo mais.

Incrivelmente eu estava com tanto tesão que meu pau ainda latejava duro. Puxei ela de quatro e coloquei tudinho nela. Ouvi um gemido gostoso e um pedido de mais. Não parei até que nós dois gozássemos.

Depois ficamos conversando um pouco e dando boas risadas. Ficamos lembrando da vez que fomos na casa da Hedonista e rolou aquele delicioso menáge. Porém lamentávamos que não pudémos ir la de novo, afinal e a Hedonista estava "naqueles seus dias". Precisávamos ir, mas com a promessa de repetir.