quinta-feira, janeiro 03, 2013

Aventura de uma tarde de verão

O fim do ano finalmente chegou. E isso remete a férias, calor, praia e muita diversão. Toda aquela sensação de êxtase, curtição e felicidade. Penúltimo dia do ano, e o Guarujá é o cenário.

Um dia gostoso para uma praia, enfiar o pé na areia e descarregar as energias, preparar-se para o novo ano que vem. Logo pela manhã dei uma corrida pela orla, um banho de mar pra refrescar e a sombra de um guardasol e bebida pra animar o dia.

O 3G, para variar, está péssimo, e piora na praia cheia de gente. Ainda assim algumas mensagens trocadas. E em um delas, uma dose de libido e tesão rolando.

- Onde você está?
- Acabei de sair da praia, estou indo para o apartamento.
- Que praia?
- Pitangueiras.
- Jura? Estou aqui também.
- Porque não vem me visitar? Meu endereço é ...

Já não é possível mais responder. Quero matar a operadora. Ao menos sei onde ela está.

Termino minha caipirinha e saio. Corpo salgado pelo mar, moreno pelo sol e suado pelo calor. Não estou na melhor maneira para encontrar alguém, ainda mais uma garota. Mas quem sabe esse não seja o tempero da ocasião?

Chego e o porteiro me anuncia. Subo e, antes que pudesse bater em sua porta, ela abre um belo sorriso e me diz: "Bem-vindo, gato. Adorei que veio". Um longo selinho completa as boas vindas.

Que belo e aconchegante apartamento - É de uma amiga, diz ela.

- Onde estão as amigas?
- Todas dormindo, a noite vai ser longa e estão descansando.
- Entendi.
- Vem, vamos ficar ali na sacada.

Nos sentamos de frente um para o outro. Ela me trouxe um bebida e botamos o papo em dia. Falamos das expectativas e planos para a virado do ano. Mas isso tudo passou bem rápido pelo assunto da conversa.

- Estou todo suado e vim direto da praia, queira estar de banho tomado e cheiroso pra te ver.

Ela me olha de cima em baixo, me medindo, parecendo querer sentir o cheiro natural do meu corpo.

- Porque não toma uma banho aqui?

Eu sorri, maliciosamente. Ela, obviamente, sacou a intenção. Peguei em sua mão e a trouxe comigo para o banheiro de hóspedes. Tranquei a porta e já começamos beijo quente e gostoso.

Liguei a ducha e entrei. Ela me seguiu. Eu não estava nada a fim de perder tempo. Aliás, o tesão era de pegar ela de jeito.

Sem exitar, a virei de costas e comecei a tocar seu corpo nu todinho. Ela gemia baixinho, fazendo caras e bocas. Meu pau já tocava aquela bunda deliciosamente grande, com a pela morena marcada pelo sol e uma marquinha de biquini que elevava a vontade.

A apoiei na parede e esfregava meu pau nela encharcada. Ela se virou, agachou e caiu de boca, que fervia mesmo com aquela ducha gelada. Eu estava perto de encher aquela boca gulosa de porra. Parei e a puxei pra cima e no beijamos intensamente. Virei ela de costas de novo e e enterrei nela devagarinho até o fundo, sentindo abrir cada centímetro daquela gruta quente.

O tesão era grande e logo comecei a bombar. Ela ficou de pernas bambas, tremendo. Segurava o gemido para que as amigas não percebem o que acontecia ali. O barulho da água enquanto eu estocava aquela bunda nos denunciava. O tesão nos tomou por inteiros. Era tão grande que em questão de segundos soltamos um gozo delirante juntos.

Mal terminamos, ela me puxou e disse: Vamos para a cama, te quero assim, molhado. Passamos correndo pelo corredor entre o banheiro e seu quarto. Nús e molhados.

Fechei a porta e a joguei na cama. Ela ja caiu de pernas abertas, com a buceta escancarada para mim, colocando os dedos abrindo ela e dizendo "vem". Cai de boca e senti aquele mel lambuzar minha boca boa e logo enxarcar minha cara toda de tanto que me perdi naqueles lábios carnudos. Ela, nada boba, pediu para me sentir duro e pulsando em sua boca.

Pedi para ela ficar de 4 na cama e mamar meu cacete duro, enquanto eu estava de pé bem ao lado. Antes mesmo que ela pudesse pedir mais, mandei ela virar e eu disse: "Quero você bem cadelinha pra mim, bem safada de 4 que vou te foder todinha".

Ela era obediente e tava louca de tesão depois de ouvir tamanha safadeza. Virou com gosto e empinou aquele rabo fenomenal. Não me fiz de rogado e coloquei tudinho bem gostoso. Ela mexia e rebolava no meu pau como se fosse a última coisa que ela queria fazer na vida. E como sabia fazer aquilo tudo.

Enquanto eu montava nela, me aproximei do seu ouvido e disse besteiras picante. Pegava na sua cintura e cabelo domando aquela fêmea de respeito. Ela parecia indomável. Queria dar um belo tapa, mas o barulho não podia acordar as amigas. Me contive!

Quanto mais socava, mais tesão ficávamos. Ela se empinou mais ainda, pegando sua bunda com as mãos e abrindo pra mim, se oferecendo toda, com aquele rabinho pedindo pra ser explorado. Enquanto a comia, comecei a acariciar atrás. Ela gemeu e se arrepiou pedindo mais, e aos poucos fui brincando atrás com o dedinho. Ela se contorcia toda. Não sabia mais como reagir. Logo ela estava sendo tomada duplamente, com meu cacete enterrado na buceta e meu dedo atrás. Dava pra sentir seu corpo se contraindo.

Eu apenas disse: "Você é muito gulosa né, muito safada. Sei que está imaginando muita besteira, não é? E o mais gostoso é que gosta e aguenta os dois". Ela pirou e soltou um gemido rápido, lembrando-se que não podíamos exagerar e engoliu o prazer.

Não deu mais tempo. Meu pau pulsava naquela gruta quente e eu sentia seu corpo me apertando todo. Ambos tremiam, como um anúncio de um orgasmo grande vindo. Ela puxou minha coxa contra seu corpo e gozou gostoso. Eu sequer pude resistir, tirei meu pau e soltei um jato quente de porra na sua bunda toda.

Ela ficou uns 30 segundos de quatro empinadinha, ofegante e com a cara enfiada no travesseiro, se contorcendo de tesão e tentando se recuperar. E eu apreciando toda aquela fêmea no cio lambuzada. Foi excitante ver o resultado daquela brincadeira intensa.

Deitamos juntos e nos beijamos gostoso. Nada melhor que um encontro gostoso desses. Só reafirma a química e o carinho que temos.

Batemos um papo e demos um tempo alí na cama, recuperamo so fôlego e em seguida partimos para mais uma, duas, três. Mas esta já é outra história.

segunda-feira, novembro 05, 2012

Inverno quente

uma noite dessas, te convido para um jantar em casa
uma massa gostosa, vinho para acompanhar
eu, você e uma amiga
os tres no sofá batendo um papo, rindo
se olhando, desejos
assuntos rolando
provocações e mais olhares
indiretas, diretas, toques
risos e mãos maliciosos
beijos em uma... olhando de lado. provocante
depois em outra
e brincadeiras começando
tudo devagar, sensual
jogos sedutores, pecaminosos
desnudando uma a uma
parte por parte
sempre com toques e beijos
malicia, carícia, devagar, lentamente
vinho cai, uma gota
alguem ri: "agora tem que limpar"
nas pernas. coxas. barriga
mão lambuzando mais ainda o corpo
risos de pecado e olhares atentos
clima quente e libidinoso
beijos quentes e pegada forte
corpos nús, encostados, ardentes

abro bem as pernas
caio de boca, lambo ela todinha
olhando pra vc, nos seus olhos
vendo vc morder os labios de tanto tesão
subo e beijo voce na boca...
ai caio de boca em vc.. cupando toda
depois beijo ela
enquanto beijo uma.. a outra me acaricia...
pega meu cacete e mama ele gostoso
as duas querem ele. dividem ele, chupando gostoso...
me deito e vc senta gostoso no meu pau
metendo ele todinho em vc, rebolando gostoso
ela vem e senta na minha boca...
esfrengando a bucetinha na minha cara...
me lambuzando gostoso
os tres num ritmo gostoso, gemendo
o som toma conta de nós, do tesao
os tres fodendo e gozando juntos

depois, pego vc de 4, gostoso
ela fica de lado soh olhando
com mto tesao
toca em meu corpo. no seu
pega meu pau e ajuda a meter ele em voce..
socando meu pau na sua bucetinha
vem por baixo e lambe meu saco... devagar
eu me arrepio todo
passa a lingua gostoso no meu cacete, também tocando seu grelinho
eu socando gostoso em vc de 4
ela se posiciona por baixo
olhando tudo de perto, num close
e metendo a lingua em nossa foda
e encho sua xotinha de porra
e vc gozando comigo
pensou?

quem sabe dia desses te convido pra um vinho a noite em casa

Uma matéria de respeito

Lana é uma amiga adorável. Boa profissional, responsável, mãe de uma menina e divorciada. A conheci em um aplicativo de relacionamentos. O papo sempre foi ótimo. Divertida, inteligente, foi fácil ficar atraído por ela e logo nos conhecemos. Tudo fluiu muito bem.

Ela estava em uma ótima fase da vida, leve, curtindo um dia de cada vez e aproveitando da melhor maneira as oportunidades que apareciam. Ela tampouco queria apego, mas buscava um pouco de afeto. Após um casamento e as lutas da vida, ela queria mesmo um tempo pra si e curtir momentos para seu bem estar. Creio que foi nosso encaixe perfeito logo de cara.

A amizade foi mais que colorida. Sem compromisso, de forma despretenciosa, sem cobranças, curtíamos uns encontros quando ela estava livre. Às vezes algo rápido e intenso, outras com tempo e sem pressa. Mas nunca deixou de ser bom quando estávamos juntos.

Ela contava que seu casamento teve uma vida sexual legal e frequente. O relacionamento acabou por circunstâncias da vida. Faz parte. Mas que nunca teve a oportunidade de viver certas coisas a dois, mas tinha o desejo de viver e descobrir algumas coisas. Nos abríamos bastante um com o outro. Confiança total na relação que construímos para um se abrir com o outro. Era muito legal pois nossos encontros era um lugar seguro, de confiança, onde podíamos ser honestos com com o outro, sermos nós mesmos alí. Sem julgamentos e sem pudores.

Ela me confessou um desejo que tinha em mente, desses que não sabia se realizaria. Como éramos abertos um com o outro, ela me contou que tinha um casinho com um outro cara. E vez ou outra ela se pegou imaginando como seria estar com nós dois juntos. Aquela história me excitava e disse que topava se ela quisesse realizar. No fim das contas nunca rolou, não sei muito bem por quê. Mas isso não vem ao caso.

Dada nossa intimidade, contei de algumas experiências que tive, inclusive vistando um clube de Swing. Ela ouviu atentamente e fez algumas perguntas. Parecia curiosa, tanto que disse bem naturalmente: - Eu iria com você nesse lugar, você me passa confiança para eu ir conhecer.

Combinamos uma data, nos encontramos e fomos à baladinha liberal. Era um dia de semana. Chegamos por volta das 20 horas. Geralmente, esses lugares são bem movimentados de sexta e sábado mais à noite, mas as quintas costuma ser legal mesmo mais cedo. Mas aquele dia o movimente não era grande.

Quando chegamos havia uma meia dúza de casais espalhados pelo ambiente principal do bar e pista de dança. Todos acomodados nos sofás, cada um na sua. Para começar, peguei dos drinks e ficamos alí batendo papo. A meia luz do local cria um clima ideal e sedutor de paquera e observação dos outros. Tudo alí é pensado para o prazer e aquilo te entorpece.

Perguntei a ela quais eram as primeiras impressões. Ela me confessou que é diferente do que imaginou, mas para melhor. Que é um lugar mais sedutor, as pessoas discretas e o local interessante. Nada de baixaria ou assédio. Concordei com ela e acrescentei. - Aqui você só faz o que quiser, com quem quiser e pode ser o que desejar. Ela deu uma risada sacana brincando com o que eu disse, sugerindo que iria se libertar alí. Rimos juntos.

A noite estava agradável. Como sou observador, gosto de ver o movimento. Quem chega, quem passa e quem está por alí. Confesso que é excitante pensar o que está por trás de cada pessoa alí, que segredos e desejos as levaram até aquele lugar. Talvez seja o que conecte todos naquele local.

Mais ao fundo observei uma garota sozinha, sentada não muito longe de nós. Parecia bonita, atraente. Ela tomava um drink sentada, sozinha e elegante. Ela parecia estar alí avaliando o ambiente, observando as pessoas e, principalmente, querendo ser vista. Trocamos olhares rapidamente e leves sorrisos de ambos dava a certeza que ambos nos vimos e gostamos.

Comentei com Lana. - Veja aquela garota ali, gostei dela. Ela olhou discretamente e concordou comigo. - Sim, bonita mesmo. Já se interessou, seu safado? Eu ri meio sem graça, meio sacana e afirmei que ela me chamou a atenção. Emendei dizendo que estava muito curioso de saber quem ela era e o que fazia lá sozinha. Imaginar seus desejos estimulava minha mente fértil.

Como a casa ainda estava devagar, chamei Lana para dar uma volta e conhecer a estrutura do local. Ao fundo do clube tinha a famosa sala onde acontece boa parte da curtição e as cabines mais privadas (ou nem tanto rs). Nesse local só entram casais, nada de pessoas desacompanhadas. Mas o ambiente estava vazio ainda. Parece que o pessoal estava acanhado ainda ou mesmo curtindo a música e o papo.

Ao sair, paramos em um dos bares para conversar. Logo em seguida, aquela moça sozinha passou por nós. Observei ela passar e senti um arrepio na hora. Esse jogo de sedução me enlouquece.

Não demorou muito, ela passou de volta devagar. Nossos olhares se cruzaram e eu, sem exitar, dei um oi e perguntei como ela estava. Ela sorriu e correspondeu se aproximando. Perguntei se queria beber algo e chamei-a para chegar mais perto da gente: - Quem é você? O que faz por aqui? - eu lancei.

- Sou de fora de São Paulo, estou aqui a trabalho. Vim aqui hoje porque eu estava buscando uma festinha. Me chamo Rita.

Gelo quebrado, papo rolando. Minha amiga entrou na conversa, naturalmente, como qualquer pessoa em um bar comum conversaria sobre qualquer amenidade da vida. Falamos de várias coisas, conhecemos um pouco mais sobre ela. Era jornalista do Centro-Oeste e estava em um evento profissional na cidade.

- Vim cobrir um evento técnico e escrever uma matéria a respeito.

Para mim, o assunto que interessava aquela hora estava ao meu redor.

O papo estava bom, ela toda simpática e entrosada com a gente. Lana também deixou rolar. A parte mais legal é que dava pra sentir uma tensão gostosa no ar e ainda assim algo velado, nada explícito nas conversas. Até que comentei:

- Bom, você veio procurar uma festa, mas parece que hoje o pessoal está devagar.
- Pois é, senti isso também. E eu não queria ir embora sem curtir o que eu queria - disse Rita.
- Bom, a festa é a gente que faz - brinquei. Topam dar uma volta? - provoquei elas.

As duas acenaram que sim. Tomei a frente, peguei na mão de cada uma e as conduzi para aquela mesma área do fundo da casa. Como ainda estava devagar, o segurança deixou nós três passarmos. Mas, infelizmente, não tinha mais ninguém por lá. Ou nem tanto rs.

Parei em dos locais e fui lentamente puxando ambas pela cintura para perto de mim, até os três estarmos bem próximos. Sem pestanejar, comecei a beijar Lana, minha amiga. Dava pra sentir ela tremendo, mas ao mesmo tempo não estava tensa. Rita, nessa hora ficou observando, se aproximou mais e senti seus braços nos entrelaçando. Ela parecia querer estar ali junto de nós. Dava para sentir Lana tremendo e em excitação. Era um misto de sensações do lado dela. Eu comecei e ficar quase que anestesiado de tão bom.

Virei-me para Rita e comecei e beijá-la. Puxei as duas de jeito para perto de mim e acariciava ambas. Aquilo começou bem demais! Eu alteranava o beijo em cada um delas vagarosamente, tentando criar uma clima também entre elas.

Ao lado tinha a porta de uma cabine. Abri e as puxei para dentro. Fechei a porta, peguei Lana de frente e comecei a beijá-la. Eu sabia o que Rita queria e ela faria sua parte. Lana era a novata ali, e tomei cuidado para que ela ficasse bem e à vontade de se entregar (ou não).

Com os beijos que eu dava, Lana enquato Rita tocava meu corpo e começava a tocar o corpo de Lana, ela dava gemidos gostosos de prazer. Até que, de repente, Lana parou tudo, ofegante, meio fora de si de prazer e disse: - Pra mim não dá, podem continuar ai, vou sair.

Rita e eu paramos meio sem entender e perguntei a Lana se estava tudo bem. Ela ainda assustada com tudo aquilo disse que sim, mas que ela iria sair. Eu tentei acamá-la, enquanto Rita peguntava se estava tudo bem mesmo. Lana disse que sim, que só não estava preparada para aquilo. Eu disse que ela não precisava se preocupar e nem participar, mas podia ficar na cabina com a gente. Mesmo assim ela não quis e saiu da cabine dizendo: - podem continar, de verdade.

Ficamos lá, Rita e eu, e voltamos a nos beijar e nos pegar. Ela usada um vestido que moldava o corpo, fácil de tirar. Logo a despi e comecei a sentir seu corpo com as mãos. Ela era uma delícia de mulher.

Ela logo meteu a mão na minha calça e me sentiu duro, dizendo que gostava daquele jeito. Ao mesmo tempo, sem pestajenar, passei os dedos pela calcinha, sentido a maciez do seu corpo e o calor. Puxei a calcinha de lado e logo já senti sua buceta ensopada. Tirei o dedo e levei à minha boca. Chupei e disse: - Agora quer provar teu sabor.

Ela se ajeitou no assento da cabine já tirando a calcinha e me deliciei naquele grelo gostoso e molhado. Fiquei uns minutos na brincadeira provando cada pedacinho daquela beldade. Rita gemia gostoso e pedia mais. Mas ela se levantou e disse: - Eu quero lá fora da cabine, quero que nos vejam.

Eu estava maluco de tesão, duro como pedra e pulsando. Puxei ela pra fora da cabine a conduzi até o assento da área coletiva. Curiosamente ainda não havia público ali. Mas não esperando. Sentei, logo vesti a camisinha, e ela veio por cima sentando até encaixar tudo. Que sensação! Ela gemia a cada centimetro que meu pau penetrava seu corpo. Estávamos alí, nús, pele com pele, entregues.

Ela fez o que eu esparava, começou a me usar pra seu prazer e se exibir de forma sensual e provocante, como se quisesse dizer aos demais: - Olha como sou gostosa, faço gosto e adoro fazer.

E seu gemido era a música tema dessa exibição. Aos poucos algumas pessoas foram chegando, se aproximando e ficaram nos observando. Quando mais olhares, mais dava pra sentir o prazer de Rita. Ela queria ser a estrela daquele momento e eu dei o palco que ela queria. Gozamos juntos e intensamente. Foi uma descarga de tesão maluca que até nos deixou molas na hora.

Nos vestimos e voltamos para a pista de dança. Rita tomou seu rumo e eu fui procurar Lana. Logo a encontrei, perguntei se estava tudo bem e ela disse que sim, mas que não iria conseguir fazer aquilo. Era tudo muito novo para ela e não se sentia à vontade. Acalmei ela dizendo que estava tudo certo, que não havia problema nenhum e eu estava com ela. Ela sorriu e mandou: - Você é um gostoso muito safado né.

Tocamos a noite normalmente por ali e depois de um tempo eu disse a Lana. Eu trouxe você e nada mais justo que curtirmos também, não acha? Ela se animou e sorriu dizendo um sim. Voltamos para a área dos fundos, agora só nós dois. Fomos direto para um cabine e nos pegamos gostoso alí, em um desejo enorme e voraz. Ela brincou: - Agora é a minha vez de se divertir.

Deitei ela no assento e tirei sua roupa toda e lambi seu corpo inteiro, parando na sua buceta chupando com gosto. Ela se contorcia e gemia. Pedia por mais e para eu não para. Lana é espirituosa e entra na brincadeira. Por isso nos demos tão bem. Provocativa, enquanto eu a chupo ela fala: - Você queria comer as duas, né seu safado!

Ri de maneira sacana e disse que sim, que queria comer as duas juntas, mas que estava louco mesmo era para comê-la todinha. Não durou dois segundos ela explodiu num gozo gostoso na minha boca e pude sentir seu corpo escorrendo esse prazer.

Sem pestanejar fui pra cima dela, de frente, perninhas abertas e a penetrei enquanto ela gemia ofegante da gozada. Ela emendou: - Vem, meu gostoso, enterra esse pau em mim e como sua gatinha bem gostoso.

Nessa hora eu já não aguentava mais de prazer e jorrei todo meu prazer nela. Uma loucura intensa e sem fim. Como aquilo foi bom. Todo aquele clima nos deixou com um tesão absurdo à flor da pele.

Voltamos para a pista e a casa já estava cheia, bastante gente. Era quase meia noite. Curtimos mais um papo, uns drinks e uma música animada. Era a noite perfeita para nós.

Quando perebi, uma garota ao lado se aproximou, falou algo que não entendi bem e comentou com Lana: - Seu amigo está de parabéns heim.

Lana riu e brincou comigo: - Hoje você foi eleito o cara da balada.

Demos uma boa gargalhada. Mas aquela terceira brincadeira não rolou. Já estávamos leves e satisfeitos.

sexta-feira, abril 27, 2012

Happy Hour

Sexta é o dia oficial do Happy Hour, pelo menos aqui na capital paulista, terra da garoa. O noite era quente e pedia muita diversão.

Encontrei uns amigos em um bar famoso na região da Avenida Paulista, local movimentado e frequentado pelos engravatados dos bancos e empresas do entorno. Muita gente legal e bonita.

Os amigos e amigas todos lá. Música boa, gente animada e muita bebida. O calor clamava um refresco. E a vodka com gelo acalmava a quentura. Lá pelas tantas meus reflexos foram diminuindo, fiquei mais leve, relaxado e alegre. A alegria aumentava e com isso o tesão também. A noite ali terminava, mas não era hora de dormir.

Um pessoal da nossa turma se reuniu e decidiu esticar a noitada. Fui junto com o grupo, rumo a uma casa de música latina e ficamos no camarote. Lugar ideal para conhecer gente nova, dançar, provocar e ser provocado. Embora tenha ido sem tantas pretenções, um homem nunca pode descartar as possibilidades.

E não é que as improbabilidades se tornariam possibilidades?

Explico!

Quando fui ao bar da discoteca, dei de cara com uma ex namorada. Espanto dos dois! Mas com um sorisso de orelha a orelha ao mesmo tempo.

Nos cumprimentamos e não nos largamos. Emendamos uma dança. A música pedia e fazia os corpos se juntarem. Não demorou muito e as confições de "saudades" rolaram.

Papo, dança vem e o tempo foi passando. E os ânimos em ascensão.

Ela, resolveu ir ao banheiro e quando saia deu uma olhadinha pra trás dizendo:

- Lembra a última vez que viemos aqui e fizemos no banheiro?

Eu ri, com ar sacana e disse - Como poderia me esquecer?

Ela apenas piscou maliciosamente, dizendo: - VEM!

Olhei para os lados e percebi que ninguém olhava. Me mandei atrás dela.

Entramos em uma das cabines. Me sentei no vaso com a tampa baixada e ela, que estava de vestido, tirou a calcinha de lado e sentou magistralmente na minha vara, que estava mais dura do que nunca. O tesão era imediato. Sentir aquela xota lisa e melada se abrindo com a minha vara me tirou de órbita.

Não podíamos nos soltar completamente, mas também não nos contivemos muito. Ritmo frenético, gemidos soltos. Gente entrando e saindo do banheiro.

Percebi a presença de uma segurança da casa. Demos uma paradinha providencial e assim que ela saiu continuamos. Ufa! Não fomos pego e só fez o tesão crescer.

A foda rolou solta até que nossos corpos, perto de dar choque, soltaram um gozo juntos. Uma sensação indescritível e completa.

Uma amiga da ex tinha acabado de entrar no banheiro. A ex tinha certa "maldade" e era segura o suficiente pra assumir suas aventuras sexuais.

Se recompôs e saiu da cabine e eu sai na sequência. A amiga viu tudo e ficou boquiaberte, imóvel.

Com risos marotos saimos do banheiro, com aquele ar de prazer absoluto que tivemos. Sem preocupação com o que achariam. Era o regozijo dos amantes.

As amigas de fora também perceberam e pude notar o olhar de admiração que tiveram por ela.

Eu, confesso que fiquei um pouco sem graça, mas nada como a sensação de ser observado e se sentir um rei.

Não terminamos ali. A noite só estava começando, mas depois continuo em uma cama grande e confortável, por longas horas para matar a saudade que o tempo causou.

quinta-feira, janeiro 26, 2012

Um cara e duas coroas

Uma das melhores coisas da vida é poder desfrutar da sua maturidade, da experiência adquirida ao longo dos anos vividos. Estar seguro, saber o que quer, do que gosta e de como gosta. Isso faz que, como o vinho que envelhece, a vida torne-se mais saborosa, de maneira mais plena e prazerosa.

Esse é um traço típico de mulheres mais maduras, sejam as balsaquianas ou as lobas. Ou, mais diretamente, as mulheres entre 30 a 50 anos. Em geral, sabem o que querem, não perdem tempo com bobagens, dúvidas ou medos e sabem desfrutar bem das benesses da arte de viver.

Rose e Maura são duas dessas lobas insaciáveis que conheço. Sempre que possível saio com alguma delas. Nosso caso é sempre de prazer, amizade e curtição, sem cobranças. Mulheres finas, de bom gosto e que já tiveram muitas experiências na vida. O lado bom é que não é apenas sexo, tem sempre um bom papo envolvido, e lógico, um vinho acompanhando.

Ambas não se conhecem. Aliás, não se conheciam. Até que um dia...

Por mais que tenhamos experiência, e o tempo nos traz isso, sempre existe algo novo a se descobrir. Um gosto novo, uma nova experiência, um jeito diferente. Isso que traz sentido para nossa existência por muito tempo. O novo! Aprendi e curti coisas novas com elas, mas um dia, eu pude proporcioná-las novas maneiras de experimentar o prazer.

As duas sempre foram mulheres fogosas na cama, do tipo que o limite sempre pode ser testado. Isso fazia com que a química na cama sempre aumentasse, aumentando a forma de prazer. E o mais gostoso numa relação deste tipo é poder se abrir. Tanto um quanto o outro dizer as vontades, os desejos, as fantasias e o outro escutar, gostar e realizá-las.

Nunca foi segredo que eu gosto de menage feminino e pude compartilhar isso com elas. O papo era sempre interessante, sedutor e provocante. É gostoso você estar na cama com a mulher, pegando ela de jeito e falar coisas e historinhas no ouvido dela, enquanto está sendo totalmente possuída. Ela gosta, geme, sussurra, pede e quer mais, sempre mais.

Depois de ver a receptivadade, tanto de Rose, quanto de Maura, à ideia de um menage, de experimentar outro mulher, resolvi propor uma brincadeira gostoso a tres. O famoso "menage a tròis". Elas, sempre libidinosas, aceitaram. São relações de extrema confiança, por isso do convite feito e aceito.

Marcamos um dia e peguei Rose em casa e em seguida Maura na saída do trabalho. Apresentei-as devidamente e fomos a uma pizzaria de bom gosto. Papo vai, papo vem, taças de vinho e pizza regando a noite. Falamos sobre os mais diversos assuntos, rimos, nos divertimos. As trocas de olhares, risos maliciosos, menções sensuais, isso tudo criou um clima. E logo as provocações começaram. As deixas e as indiretas. Até que as diretas vieram. Saímos de lá direto para um motel.

Um belo motel, diga-se de pasagem. Quarto claro, limpo, bem clean!

Deitamos no canto da cama, eu no meio e uma de cada lado. Mais vinho e mais papo. Mas dessa vez sem perder tempo. Puxei as duas para perto e comecei a beijar uma de cada vez. Senti corpos arrepiados, incandecidos. O clima era muito sensual.

Maura levantou-se e disse que queria tomar um banho. Ela se dirigiu ao box, daqueles de vidro transparente, bem no centro do quarto, que servia mais de vitrine, ótimo para observar. Peguei Rose no colo e ficamos nos beijando. Percebemos que Maura, já despida e no banho, ficava olhando. Rose estava doida. Era notável. Levantei e fui ao box atrás de Maura. Tirei a roupa e entrei lá.

Nos beijamos loucamente, as mãos se tocavam. Percebi Rose olhando atentamente, com água na boca e vontade. Coloquei a cabeça para fora e convidei Rose para tomar um banho a três. Não demorou e estávamos os 3 ensopados naquela maravilhosa ducha. Comecei a beijar Rose, abraçado com Maura, que olhava com ar de tesão, paralisada.

Até que pedi para que Maura mostrasse todo o tesão que estava de Rosa. As duas começaram a se beijar de um modo doido e eu entrei no meio com um beijo a três. Maura desceu e mamou gostoso aqueles peitos e logo desceu para a xoxotinha depilada e rosinha de Rosa. Eu aproveitei a carona e ficamos os dois chupando aquela gruta do prazer. Rose não se aguentou, gemeu como uma louca e gozou na nossa boca, jorrando seu mel do pecado.

Saímos do ducha e fomos para a cama, já devidamente secos. Mas a farra não parou aí. Coloquei Maura de 4 e cai de boca, chupando de baixo até em cima, lambiscando sua xota até aquele rabinho gostoso, que piscava de tesão.

Rose já se posicionou na frente de Maura, que caiu de boca naquela buceta gostosa. Não resisti e enterrei meu pau latejante naquela xoxota ensopa, que engoliu meu cacete inteiro de um jeito gostoso. O ritmo, a esta altura, já estava desenfreado. Estocava forte em Maura, que chupava Rose bem gostoso. Não demorou muito e os três gozaram, praticamente juntos e ficamos ali contemplando o ápice do tesão que tivemos.

Uma pausa para mais vinho e bate papo. Mas o tesão não sai de perto e logo estava em cima de Maura, fodendo aquela puta safada. Ela, de frente para mim, pedia vara grossa, pedia para ser fodida com jeito. Maura, atônita, observava tudo, salivando de tesão. Entrou na brincadeira e tocava o corpo de Rose, pegava no meu pau e ajudava a estocar forte nela. Era de arrepiar. Os sentidos no último grau. Logo enchi aquela buceta de porra, tirando meu pau e dando na boquinha de Maura, para sentir meu gozo e o gosto daquela mulher.

A noite se estendeu por mais uma hora e uma boa repetição destas fodas. Uma aventura inesquecível, com duas belas coroas que sabem muito bem curtir o prazer da vida.

terça-feira, março 01, 2011

Justa causa no trabalho

Recém chegado ao novo emprego. A novidade sempre chama a atenção. Eu mesmo cheguei de mansinho, discreto, sem querer chamar a atenção. Mas não consegui. Olhares indiscreto me tomaram de assalto e não pude evitar. Uma boa vaga no principal departamento da empresa, chama a atenção. Status, poder, destaque? Não sei. Mas, mesmo sem pensar, chamei a atenção.

Ao lado do meu departamento há o famoso "aquário", um sala cercada de vidros, onde ficam as meninas do atendimento da empresa. Pouco a pouco, dali, fui observado. E eu, ingênuo, nem percebi.

Era dezembro e logo a festa de fim de ano chegou. Como toda festa de empresa, até as 9 da noite era confraternização, mas depois... a música, a bebida e agitação animou o ambiente e os ânimos. Pessoas, que antes sorriam, agora riam, gargalhavam. Abraços amistosos viravam apertos mais chehados. Tudo uma boa desculpa pra descarregar as angústias e desejos que o ano velho trouxe a todos.

O DJ sabia como conduzir a festa, e torou a música pra chacoalhar o esqueleto. Um dance, um pop e até funk. A diversão era garantida. E o sarro das meninas também. Próximas, cada vez mais.

Eu, novo, ainda tímido, nem me dei conta, mas os colegas já trataram de me avisar, que dois olhares se cruzavam por mim. Até que em uma música fui literalmente emparedado por ambas, ao mesmo tempo, no famoso sanduiche. Todos me invejaram. As duas mais vistosas mulheres do atendimento. Ali, comecei a me tocar do que viria a acontecer.

Sai para pegar uma bebida e uma delas veio atrás. Já haviamos batido um papo na cozinha do trabalho, coisa superficial. Mas lá, ela não perdeu tempo. Perguntou: "vai ficar dando mole pra Fátima ou para mim?". Eu, meio sem jeito, ri. Mesmo assim, fui rápido e disse: "Isso depende mais de você do que de mim".

Paula era bonita, uma morena escultural, esculpida por horas diárias de academia, e adepta de roupas que promoviam todo o visal e privilegiavam a visão de qualquer um.

Ela, sem pestanejar disse: "Estou indo ao banheiro e ao lado tem uma escada, te encontro lá em cima". Para não dar chance para os outros pensarem algo ou mesmo perceber algo, virei e fui. Não demorou muito Paulinha subiu naquele depósito escuro, mas convidativo.

Puxei ela pelos braços e a peguei de jeito, não houve nem uma palavra antes. Não deu tempo. Fomos direto aos beijos, malhando gostoso. Uma pegação forte. Tesão puro e o medo de alguém nos pegar. Isso virava desejo puro, concentrado.

Catei ela no colo e entrelacei suas pernas em meu corpo. Ela, de calça colada, sentiu a vara dura roçando e viu como um macho no cio pega uma cadela a fim de dar. Ela se arrepiou toda. Meu beijo quase a engolia toda.

Ela desceu e não se fez de rogada. Abriu o ziper, tirou meu cacete e caiu de boca. Engoliu como gosto e deixou ele todo babado. Minha vara já ardia de prazer. E ela me deixou mais maluco ainda. Mas, como era bem provocativa, parou pra me deixar com mais vontade. E conseguiu.

Descemos, um de cada vez e continuamos na festa, que já estava quase em seu final. Era sexta-feira e não havia um dia seguinte no trabalho para sofrer de ressaca moral.

A semana seguinte já seria Natal e eu sairia de férias. No dia 24 ficamos trabalhando até as 14 horas e como eu tinha algumas pendências para sair de férias, resolvi ficar um pouco mais, pois viajaria a noite. O pessoal do trabalho, apressado para curtir a família, foi embora logo. Ficamos eu, um outro colega e, advinhem, ela!

Pelo comunicador ela me chamou pra dar uma passadinha na sala dela. Fui dar um alô e desejar boas festas. Ela estava estonteante e cheirosa. Fizemos aquela pré-despedida e ficamos um pouco de papo. É claro que falamos das vontades que ficaram e que ia ter que esperar um período de férias. Ela, quase que intimando disse: "não quero ter que esperar 15 dias pra matar meu tesão de você". Nessa hora minha vara atiçou e a mente pensava maldade. Emendei: "então vem e mata". Sai e fui vagarosamente entrando no banheiro feminino.

Nem dei tempo dela pensar, mas ela foi de atitude e logo entrou no recinto. Tranquei a porta e, como na festa, peguei ela de jeito com um beijo sufocantemente delicioso e forte. Meti a mão na sua bunda e ergui seu corpo com o desejo à flor da pele. Ela deu um leve gemido.

Virei Paula de costas pra mim e a fiz sentir o vergão grosso e duro. Ela arrebitou gostoso e colocou as mãos na pia, toda convidativa. Pus a camisinha, levantei sua saia, tirei a calcinha de lado e meti gostoso naquela gruta quente e ensopada. Podia sentir ela entumecida e trêmula.

Soquei gostoso naquela mulher, que na hora era uma bela de uma cadelinha no cio, pedindo por cacete. Ambos já malucos, mas tendo que segurar e engolir o próprio gemido. Peguei aquela cinturinha, conferi aquele belo par de pernas e soquei, batendo meu corpo contra aquele rabo sensacional. Como ela é gostosa.

Empolgado, puxei seus cabelos, trazendo aquela putinha junto. Ela soltou um suspiro mais alto e pediu vara. Obedeci e não parei. Nossas pernas já tremiam, bambeando com a chegada do gozo, que logo explodiu naquela esfregaçào toda. Gozamos juntinhos, como uma intensidade indescritível.

Nos recompusemos e ajeitamos a roupa. Saimos de fininho, pois ainda havia alguém na empresa. O colega, ao que parece, nem se deu conta. Desejei mais uma vez um fim de ano bonito e sai.

Aquelas férias começavam muito bem...

terça-feira, fevereiro 23, 2010

Menina Levada

Era terça-feira, feriado de Carnaval, e eu voltava para casa depois de uma bela viagem e diversão. Porém havia passado a festa sem curtir os prazeres carnais, e meu corpo já sentia falta do tesão.

Na noite anterior eu havia trocado umas mensagens com Amanda, uma garota nova, uma amiga que trocávamoss certas confidências sexuais. Ela também estava doida de vontade.

Quando estava no carro voltando, mandei uma mensagem para Amanda, dizendo que logo chegaria a São Paulo e queria vê-la. Ela, toda animada, respondeu que sim, que adoraria me ver a tarde.

Depois de chegar, fui buscá-la e fomos em direção à minha casa. No carro já começamos a nos bolinar, trocar olhares e desejos.

Eu já sabia dos desejos sexuais mais secretos de Amanda. Sempre falávamos de nossos desejos, e eu estava muito a fim de realizá-la toda aquela dia.

Chegamos e fomos logo nos beijando, aquela pegação gostoso e fomos ao quarto. Amanda, sentada na cama, pegou meu pau pela calça, tirou e começou a mamar gostoso. Tive que me segurar para não gozar em sua boquinha. Deitei Amanda na cama e já tirei sua calça e cai de boca naquela boceta lisinha. Ela gemia gostoso e se contorcia de tanto tesão.

Pronto para realizar uma fantasia de Amanda, pedi licença e fui pegar uma corda, sem que ela soubesse. Voltei e pedi para ela ficar de 4. Ela ficou na hora, arrebitando aquela rabo gostoso pra eu chupar. Peguei suas mãos para trás e as amarrei. Deixe Amanda totalmente entregue e rendida para abusar dela todinha. Cai de boca naquela bocetinha de 4, deixando ela maluquinha de desejo.

Continuando na satisfação total de suas fantasias, peguei um "brinquedinho" que estava guardado e comecei a brincar em sua xotinha, deixando ele todo melado. Aos poucos fui brincando com ele em seu rabinho, explorando aquela bundinha apertadinha e aos poucos enfiando gostoso. Amanda gemia como uma putinha de tanto tesão.

Logo ela estava com o consolo todo socado em seu rabinho. Ai, por trás, comecei a colocar minha rola na sua boceta. Amanda, toda arrepiada, estava descontrolada de tesão. Gemia muito e gostoso e pedia minha vara.

Ela estava tomando duas varas, como tinha falado em um dos nossos papo já. Comecei a socar meu pau nele, bombando gostoso, enquanto enfiava o brinquedo no seu rabinho. Amanda, se contorcendo, gozou forte, num gemido alto e vibrante. Não parei e gozei juntinho dela. Foi puro êxtase.

Demos um tempo e ficamos conversando, mas o tesão morava ali e logo estávamos nos beijando e nos pegando gostoso. Dei minha rola dura pra ela chupar e com destreza engolia toda. Tirei e comecei a dar uma surra de pica na sua boca e na sua cara. Ela fazia uma cara de puta, bem sem-vergonha. Uma vadia que adorava apanhar de pinto na cara.

Amanda subiu em mim e sentou gostoso na minha rola. Começou a meter gostoso por cima, pedindo que a pegasse de jeito. Puxei seu cabelo para trás e socava forte na xotinha melada. Ela rebolava de tanto tesão. Com sua carinha de vadia Amanda pediu que desse um tapa na sua cara. Eu estavamo com muito tesão e dei um tapinha gostoso na sua cara, chamando-a de vagabunda.

A cara de Amanda mostrou o tesão todo que ela ficou. Isso acabou me excitando e ela pediu pra pegar ela mais forte, dar um tapa mais gostoso. Meu objetivo era dar a ela todo prazer que ela queria, então dei um tapinha mais forte na cara daquela vagabunda. Ela gemia de tesão e chegava a virar os olhos de tanto prazer.

Foi uma trepada com uma pegada forte. Puxões de cabelo, tapas na bunda, pegada a cintura e uns tapas na cara daquela cadelinha. Amanda, se derreteu, gozando forte na minha pica.

Depois de mais um tempo de descanço a gente conversava sobre mais prazeres e fantasias que tínhamos. Ai sugeri de alguém ver a gente trepando pela webcam. Como um sorriso safado, Amando topou na hora. Peguei o notebook e liguei. Amanda se conectou no seu MSN e chamou uma amiga e disse:

- "Dá uma olhadinha na nossa diversão, gata".

Com a Amanda de 4, comecei a bombar gostoso na sua boceta. Ficávamos olhando para a webcam da amiga para ver sua reação. Foi uma loucura. O tesão de ser observador era tremendamente grande e chegava a arrepiar o corpo. Não durou muito para gozar, devido a tanto tesão que estávamos.

A amiga de Amanda adorou e lamentou estar longe de São Paulo e disse: "uma pena, pois adoraria estar ai com vocês".

A safada da Amanda também adorou a ideia e disse que adoraria experimentar a três.

Aquela menina levada tinha se tranformado em uma mulher muito gostosa na cama e me deixou de pernas bambas.

domingo, janeiro 24, 2010

Traição no trabalho

Uma época trabalhei em uma grande empresa multinacional de seguros como consultor, durante algum tempo em um projeto. Fiz parte de uma grande equipe, com pessoas de todos os tipos.

Dentre elas, conheci Marina, uma morena de meia altura, aproximadamente 1,60m, pernas grossas e torneadas, cintura compatível, valorizando um bumbum lindo e volumoso. Cabelos castanhos e pele cor de mel. Uma tentação. No entanto ela era uma pessoa comportada, embora muito simpática e extrovertida. Falava com todos, mas sempre de maneira amigável.

Não era muito vaidosa, de usar roupas mais ousadas ou maquiagem. Pelo contrário, mas sua beleza exuberante não pedi isso. Ela naturalmente exala um poder sensual.

Tinha um marido possessivo e ciumento, desses que liga o dia todo perguntando o que ela estava fazendo e brigava. Todos podiam perceber o clima ruim quando ela atendia o telefone. Ele, mesmo sem estar presente, irritava a todos.

Passei mais de um ano no projeto e viramos muito amigos, mas sempre de maneira respeitosa e cordial. Com brincadeiras normais e nada demais. Sempre descíamos para tomar café e ela virou minha confidente em algumas coisas do trabalho e de sua vida. Quando descíamos com outras amigas de trabalho era uma diversão e por vezes papos apimentados, mas sempre na gozação.

Até que um dia, meio que sem pretenções, deixamos de trocar e-mails formais de trabalho, por outros mais pessoais. Ela havia dado abertura e sem perceber fui me aproximando nos papos.

A partir dai os olhares começam a se cruzar durante o dia. Sorrisos indiscretos e escondidos eram revelados. Ninguem poderia sonhar com isso, mas mesmo assim arriscávamos algum flerte ali no trabalho.

O papo era cada vez mais pessoal, e com uma tônica sensual. Tínhamos segrados demais, e já não precisávamos pensar no que íamos falar. Era normal de elogios começassem a aparecer nos e-mails e ela foi quem logo atacou primeiro. Agradeci o elogio e retribui.

Cada vez mais sentíamos a tenção no ar, o cheiro sensual, aquele arrepio de pele e desejo. A famosa química, que em geral é inexplicável, mas arrebatadora. Confessei a ela que tinha certas vontades e beijá-la era uma delas. Ela, sem titubear, também disse o mesmo.

E o papo sempre envolvia esses desejos e provocações. Queríamos muito, mas havia um grande problema. O marido controlador. Era impossível ela dar um passo sem ser "perseguida" por ele. Ela saia do trabalho direto pra casa.

Já não aguentávamos mais e eu pensei rápido e sequer dei chance dela pensar. Mandei um e-mail dizendo: "quer um chocolate?". Ela respondeu que sim e então escrevi: "entào vem pegar na escada do prédio". Levantei e saí.

Passei pelos elevadores, duas portas contra incêndio e fiquei na escadaria. Pensei que fosse ficar ali alguns minutos esperando e ela não apareceria. Ouvi a porta se abrindo e ela desceu e foi logo dizendo: "mas porque aqui?".

Fui logo extendendo a mão com o chocolate. Ela o pegou de minha mão e eu puxei ela de uma só vez pra perto de mim. Foi irresistível e nos beijamos. Os corpos ardiam, pegavam fogo. Ambos arrepiados e beijando com uma volúpia incessante, revelando todo o desejo contido.

Imediatamente meu pau parecia uma tora de tanta felicidade. Puxei ela pra junto do meu corpo e ela sentiu minha vara pressionar seu corpo. Ela se apertou mais para sentir e meteu a mão nele, como se o quisesse para si. Peguei seu bumbum com as duas mãos e a puxei contra meu corpo. Ela até se levantou um pouco, suspirando um gemido contido.

Que beijos, que pegada. Mas que perigo! O medo de alguém passar era um catalisador que diluia o veneno do prazer e do sexo nas nossas veias, aumentando o prazer e a vontade.

Coloquei minha mão na sua buceta, por cima da calça e senti aquela fendinha latejando, meu dedo no meio.... Como o corpo carnudo e gostoso, sua buceta também era.

Paramos de nos beijar e ela me olhou assustada, incrédula, mas regozijada. Ambos rimos em silêncio, evidanciando a loucura que fizemos e desejo que estávamos curtindo. Não falamos mais nada e ela saiu e voltou ao seu lugar. Dei um minuto e saí de volta para meu posto de trabalho.

Nossos e-mails passaram a ser mais declarados, comentando a loucura gostosa e deixando claro o tesão que estávamos de concretizar tudo aquilo. Mas o desejo nos dilacerava, tomava conta. Cada vez que chegávamos perto arrepiávamos os corpos e era possível sentir no ar isso. Nosso medo era alguém desconfiar, mas acho que passamos incólumes.

Foram muitos dias nessa tensão sexual. Libido elevada. Hormônios saindo pelos poros. Fomos mais algumas vezes para as escadas, saciar um pouco a vontade, mas que só fazia crescer outra vontade.

Um dia, chovia, e íamos embora. Disse que a acomanharia até seu estacionamento e ela concordou. Falei que queria sair com ela dali mesmo e ir para um motel próximo. Ela não podia, o marido poderia ligar e isso seria o fim. Então a puxei pela mão e entrei com ela no meu carro, que estava parado em uma viela logo ali.

A chuva havia embaçado os vidros e pouco se via da rua ou da rua pra dentro. Ali nos beijamos intensamente com todo aquele tesão incontrolável. Abri o zíper de sua calça e meus dedos procuravam aquela grutinha carnuda. Toquei com a ponta aquele grelo e já pude sentir o calor e o mel que escorria. Ela soltou um gemido gostoso, como se pedisse mais. Meu dedo, já engolido por ela, mexia gostoso, deixando ela maluca. Beijávamos enquanto eu tocava uma pra ela. Ela explodiu de tesão gemendo deliciosamente. Eu só imaginava aquela cena, mas real.

Nem bem gozou ela abriu meu zíper e pegou meu pau como quem segura um prêmio, e olhou para mim. Sua cara era de puro deleite, fazendo um biqueinho de tesão. Agarrou meu pau com força eo engoliu todo. Ela não perdeu tempo e nem se fez de rogada. Sugou com toda a vontade de estava. Não aguentei e enchi sua boquinha de porra e ela, sem tirar, engoliu tudo. Sorvendo todo meu leite quente.

Daí era impossível resistir mais, mas tínhamos que ir embora sozinhos.

Queríamos nos ver, sair juntos, curtir todo o tesão entre nós, mas era difícil pra ela sair. Ela sempre chegava cedo no tabalho, até dei uma idéia. Eu não morava muito longe e disse a ela. Amanhã cedo, ao invés de vir para o trabalho, vai pra minha casa e chegamos um pouco mais tarde. Ela gostou da ideia.

Confesso que quase não dormi aquela noite, de tanta ansiedade que eu estava. Às 7 da manhã tocou meu interfone e pedi pra ela subir. Quando abri a porta a vi deslumbrante em um lindo vestidinho preto e sandálias. Aquilo era pra completar o tesão que já estava.

Ela entrou, demos bom dia, rindo eufóricos. Puxei ela pra dentro, fechei a porta e caímos num beijo profundo e ardido. Na sala começamos um belo amasso, uma pegada forte, sem tempo pra frescuras ou dúvidas.

Peguei em sua bunda e a levantei, contra meu corpo. Ela gemeu. No colo a trouxe para meu quarto e coloquei sobre a cama, deitada. Vim por cima, cobrindo-a toda e beijando. Que boca, que beijo! Sua pele cheirava o néctar de Afrodite. Beijando seu pescoço e tocando seu corpo fui descendo até seus tornozelos, subindo lentamente por aquelas coxas magistrais, passando pela virilha e caindo de boca naquela xaninha gostosa e quente. Me lambuzei todo ali, melando toda minha cara, me entregando totalmente ao prazer. Ela gozou gostoso na minha boca e me puxou para me beijar e sentir o gosto e o mel de sua própria gozada.

Ela me jogou na cama e arrancou meu pau para fora da calça e caiu de boca. Chupada como uma tarada, uma safada despudorada, como se aquele fosse o último momento de sua vida. E como sugava. Não demorou e ela ganhou outro banho de porra na boquinha.

O tesão era gigante, meu pau sequer amoleceu. Peguei a camisinha, colequei ela de 4 e fui lentamente introduzindo minha vara naquela beldade. A cada centímetro que minha tora entrava era um gemidinho gostoso.

Peguei-a pela cintura com as duas mão e comecei a socar gostoso, fazendo ela sentir o macho que ela conseguiu despertar e dominar em mim. Seus gemidos eram loucas notas de prazer e desejos, com a tônica da luxúria e despudor.

Com uma das mãos comecei a acariciar seu bumbum e dei um leve tapinha, o que deixou aquela voluptuosa mulher ainda mais empolgante. Ela disse: "me pega delícia, me bate gostoso". Isso soava como um canto de sereia. Fiquei possuido, entorpecido pelo desejo. Equanto segurava ela com jeito pela cintura, eu pega ela forte pela bunda, dando tapas gostosos e estridente, fazendo estralar e arrancando gemidos altos.

Ela pedia: "vai tesão, me fode toda, mete gostoso na sua cachorra e me bate".

O ritmo era frenético e incontrolável. Os dois gemiam gostoso e aumentavam a velocidade das estocadas. Ela, com ambas as mãos, pego seu bumbum e arregaçou ele gostoso pra mim. Eu fiquei maluco e tanto de prazer. Ver aquela mulher exuberante de belas coxas e um rabo respeitável, se regaçando todinha enquanto eu a socava de 4, me deixou de pernas bambas.

Ela, ao mesmo tempo pedia: "me fode, forte, vai, não para".

Em seguida soltamos o grito de gozo, numa jorrada forte de tesão. Que foda deliciosa!

Ficamos ali por mais 1 hora, até tomarmos um bom banho e voltar ao trabalho.

Esta história não parou por ai. Tivemos ótimas repetições, mas fica para um outro relato.