Uma matéria de respeito
Lana é uma amiga adorável. Boa profissional, responsável, mãe de uma menina e divorciada. A conheci em um aplicativo de relacionamentos. O papo sempre foi ótimo. Divertida, inteligente, foi fácil ficar atraído por ela e logo nos conhecemos. Tudo fluiu muito bem.
Ela estava em uma ótima fase da vida, leve, curtindo um dia de cada vez e aproveitando da melhor maneira as oportunidades que apareciam. Ela tampouco queria apego, mas buscava um pouco de afeto. Após um casamento e as lutas da vida, ela queria mesmo um tempo pra si e curtir momentos para seu bem estar. Creio que foi nosso encaixe perfeito logo de cara.
A amizade foi mais que colorida. Sem compromisso, de forma despretenciosa, sem cobranças, curtíamos uns encontros quando ela estava livre. Às vezes algo rápido e intenso, outras com tempo e sem pressa. Mas nunca deixou de ser bom quando estávamos juntos.
Ela contava que seu casamento teve uma vida sexual legal e frequente. O relacionamento acabou por circunstâncias da vida. Faz parte. Mas que nunca teve a oportunidade de viver certas coisas a dois, mas tinha o desejo de viver e descobrir algumas coisas. Nos abríamos bastante um com o outro. Confiança total na relação que construímos para um se abrir com o outro. Era muito legal pois nossos encontros era um lugar seguro, de confiança, onde podíamos ser honestos com com o outro, sermos nós mesmos alí. Sem julgamentos e sem pudores.
Ela me confessou um desejo que tinha em mente, desses que não sabia se realizaria. Como éramos abertos um com o outro, ela me contou que tinha um casinho com um outro cara. E vez ou outra ela se pegou imaginando como seria estar com nós dois juntos. Aquela história me excitava e disse que topava se ela quisesse realizar. No fim das contas nunca rolou, não sei muito bem por quê. Mas isso não vem ao caso.
Dada nossa intimidade, contei de algumas experiências que tive, inclusive vistando um clube de Swing. Ela ouviu atentamente e fez algumas perguntas. Parecia curiosa, tanto que disse bem naturalmente: - Eu iria com você nesse lugar, você me passa confiança para eu ir conhecer.
Combinamos uma data, nos encontramos e fomos à baladinha liberal. Era um dia de semana. Chegamos por volta das 20 horas. Geralmente, esses lugares são bem movimentados de sexta e sábado mais à noite, mas as quintas costuma ser legal mesmo mais cedo. Mas aquele dia o movimente não era grande.
Quando chegamos havia uma meia dúza de casais espalhados pelo ambiente principal do bar e pista de dança. Todos acomodados nos sofás, cada um na sua. Para começar, peguei dos drinks e ficamos alí batendo papo. A meia luz do local cria um clima ideal e sedutor de paquera e observação dos outros. Tudo alí é pensado para o prazer e aquilo te entorpece.
Perguntei a ela quais eram as primeiras impressões. Ela me confessou que é diferente do que imaginou, mas para melhor. Que é um lugar mais sedutor, as pessoas discretas e o local interessante. Nada de baixaria ou assédio. Concordei com ela e acrescentei. - Aqui você só faz o que quiser, com quem quiser e pode ser o que desejar. Ela deu uma risada sacana brincando com o que eu disse, sugerindo que iria se libertar alí. Rimos juntos.
A noite estava agradável. Como sou observador, gosto de ver o movimento. Quem chega, quem passa e quem está por alí. Confesso que é excitante pensar o que está por trás de cada pessoa alí, que segredos e desejos as levaram até aquele lugar. Talvez seja o que conecte todos naquele local.
Mais ao fundo observei uma garota sozinha, sentada não muito longe de nós. Parecia bonita, atraente. Ela tomava um drink sentada, sozinha e elegante. Ela parecia estar alí avaliando o ambiente, observando as pessoas e, principalmente, querendo ser vista. Trocamos olhares rapidamente e leves sorrisos de ambos dava a certeza que ambos nos vimos e gostamos.
Comentei com Lana. - Veja aquela garota ali, gostei dela. Ela olhou discretamente e concordou comigo. - Sim, bonita mesmo. Já se interessou, seu safado? Eu ri meio sem graça, meio sacana e afirmei que ela me chamou a atenção. Emendei dizendo que estava muito curioso de saber quem ela era e o que fazia lá sozinha. Imaginar seus desejos estimulava minha mente fértil.
Como a casa ainda estava devagar, chamei Lana para dar uma volta e conhecer a estrutura do local. Ao fundo do clube tinha a famosa sala onde acontece boa parte da curtição e as cabines mais privadas (ou nem tanto rs). Nesse local só entram casais, nada de pessoas desacompanhadas. Mas o ambiente estava vazio ainda. Parece que o pessoal estava acanhado ainda ou mesmo curtindo a música e o papo.
Ao sair, paramos em um dos bares para conversar. Logo em seguida, aquela moça sozinha passou por nós. Observei ela passar e senti um arrepio na hora. Esse jogo de sedução me enlouquece.
Não demorou muito, ela passou de volta devagar. Nossos olhares se cruzaram e eu, sem exitar, dei um oi e perguntei como ela estava. Ela sorriu e correspondeu se aproximando. Perguntei se queria beber algo e chamei-a para chegar mais perto da gente: - Quem é você? O que faz por aqui? - eu lancei.
- Sou de fora de São Paulo, estou aqui a trabalho. Vim aqui hoje porque eu estava buscando uma festinha. Me chamo Rita.
Gelo quebrado, papo rolando. Minha amiga entrou na conversa, naturalmente, como qualquer pessoa em um bar comum conversaria sobre qualquer amenidade da vida. Falamos de várias coisas, conhecemos um pouco mais sobre ela. Era jornalista do Centro-Oeste e estava em um evento profissional na cidade.
- Vim cobrir um evento técnico e escrever uma matéria a respeito.
Para mim, o assunto que interessava aquela hora estava ao meu redor.
O papo estava bom, ela toda simpática e entrosada com a gente. Lana também deixou rolar. A parte mais legal é que dava pra sentir uma tensão gostosa no ar e ainda assim algo velado, nada explícito nas conversas. Até que comentei:
- Bom, você veio procurar uma festa, mas parece que hoje o pessoal está devagar.
- Pois é, senti isso também. E eu não queria ir embora sem curtir o que eu queria - disse Rita.
- Bom, a festa é a gente que faz - brinquei. Topam dar uma volta? - provoquei elas.
As duas acenaram que sim. Tomei a frente, peguei na mão de cada uma e as conduzi para aquela mesma área do fundo da casa. Como ainda estava devagar, o segurança deixou nós três passarmos. Mas, infelizmente, não tinha mais ninguém por lá. Ou nem tanto rs.
Parei em dos locais e fui lentamente puxando ambas pela cintura para perto de mim, até os três estarmos bem próximos. Sem pestanejar, comecei a beijar Lana, minha amiga. Dava pra sentir ela tremendo, mas ao mesmo tempo não estava tensa. Rita, nessa hora ficou observando, se aproximou mais e senti seus braços nos entrelaçando. Ela parecia querer estar ali junto de nós. Dava para sentir Lana tremendo e em excitação. Era um misto de sensações do lado dela. Eu comecei e ficar quase que anestesiado de tão bom.
Virei-me para Rita e comecei e beijá-la. Puxei as duas de jeito para perto de mim e acariciava ambas. Aquilo começou bem demais! Eu alteranava o beijo em cada um delas vagarosamente, tentando criar uma clima também entre elas.
Ao lado tinha a porta de uma cabine. Abri e as puxei para dentro. Fechei a porta, peguei Lana de frente e comecei a beijá-la. Eu sabia o que Rita queria e ela faria sua parte. Lana era a novata ali, e tomei cuidado para que ela ficasse bem e à vontade de se entregar (ou não).
Com os beijos que eu dava, Lana enquato Rita tocava meu corpo e começava a tocar o corpo de Lana, ela dava gemidos gostosos de prazer. Até que, de repente, Lana parou tudo, ofegante, meio fora de si de prazer e disse: - Pra mim não dá, podem continuar ai, vou sair.
Rita e eu paramos meio sem entender e perguntei a Lana se estava tudo bem. Ela ainda assustada com tudo aquilo disse que sim, mas que ela iria sair. Eu tentei acamá-la, enquanto Rita peguntava se estava tudo bem mesmo. Lana disse que sim, que só não estava preparada para aquilo. Eu disse que ela não precisava se preocupar e nem participar, mas podia ficar na cabina com a gente. Mesmo assim ela não quis e saiu da cabine dizendo: - podem continar, de verdade.
Ficamos lá, Rita e eu, e voltamos a nos beijar e nos pegar. Ela usada um vestido que moldava o corpo, fácil de tirar. Logo a despi e comecei a sentir seu corpo com as mãos. Ela era uma delícia de mulher.
Ela logo meteu a mão na minha calça e me sentiu duro, dizendo que gostava daquele jeito. Ao mesmo tempo, sem pestajenar, passei os dedos pela calcinha, sentido a maciez do seu corpo e o calor. Puxei a calcinha de lado e logo já senti sua buceta ensopada. Tirei o dedo e levei à minha boca. Chupei e disse: - Agora quer provar teu sabor.
Ela se ajeitou no assento da cabine já tirando a calcinha e me deliciei naquele grelo gostoso e molhado. Fiquei uns minutos na brincadeira provando cada pedacinho daquela beldade. Rita gemia gostoso e pedia mais. Mas ela se levantou e disse: - Eu quero lá fora da cabine, quero que nos vejam.
Eu estava maluco de tesão, duro como pedra e pulsando. Puxei ela pra fora da cabine a conduzi até o assento da área coletiva. Curiosamente ainda não havia público ali. Mas não esperando. Sentei, logo vesti a camisinha, e ela veio por cima sentando até encaixar tudo. Que sensação! Ela gemia a cada centimetro que meu pau penetrava seu corpo. Estávamos alí, nús, pele com pele, entregues.
Ela fez o que eu esparava, começou a me usar pra seu prazer e se exibir de forma sensual e provocante, como se quisesse dizer aos demais: - Olha como sou gostosa, faço gosto e adoro fazer.
E seu gemido era a música tema dessa exibição. Aos poucos algumas pessoas foram chegando, se aproximando e ficaram nos observando. Quando mais olhares, mais dava pra sentir o prazer de Rita. Ela queria ser a estrela daquele momento e eu dei o palco que ela queria. Gozamos juntos e intensamente. Foi uma descarga de tesão maluca que até nos deixou molas na hora.
Nos vestimos e voltamos para a pista de dança. Rita tomou seu rumo e eu fui procurar Lana. Logo a encontrei, perguntei se estava tudo bem e ela disse que sim, mas que não iria conseguir fazer aquilo. Era tudo muito novo para ela e não se sentia à vontade. Acalmei ela dizendo que estava tudo certo, que não havia problema nenhum e eu estava com ela. Ela sorriu e mandou: - Você é um gostoso muito safado né.
Tocamos a noite normalmente por ali e depois de um tempo eu disse a Lana. Eu trouxe você e nada mais justo que curtirmos também, não acha? Ela se animou e sorriu dizendo um sim. Voltamos para a área dos fundos, agora só nós dois. Fomos direto para um cabine e nos pegamos gostoso alí, em um desejo enorme e voraz. Ela brincou: - Agora é a minha vez de se divertir.
Deitei ela no assento e tirei sua roupa toda e lambi seu corpo inteiro, parando na sua buceta chupando com gosto. Ela se contorcia e gemia. Pedia por mais e para eu não para. Lana é espirituosa e entra na brincadeira. Por isso nos demos tão bem. Provocativa, enquanto eu a chupo ela fala: - Você queria comer as duas, né seu safado!
Ri de maneira sacana e disse que sim, que queria comer as duas juntas, mas que estava louco mesmo era para comê-la todinha. Não durou dois segundos ela explodiu num gozo gostoso na minha boca e pude sentir seu corpo escorrendo esse prazer.
Sem pestanejar fui pra cima dela, de frente, perninhas abertas e a penetrei enquanto ela gemia ofegante da gozada. Ela emendou: - Vem, meu gostoso, enterra esse pau em mim e como sua gatinha bem gostoso.
Nessa hora eu já não aguentava mais de prazer e jorrei todo meu prazer nela. Uma loucura intensa e sem fim. Como aquilo foi bom. Todo aquele clima nos deixou com um tesão absurdo à flor da pele.
Voltamos para a pista e a casa já estava cheia, bastante gente. Era quase meia noite. Curtimos mais um papo, uns drinks e uma música animada. Era a noite perfeita para nós.
Quando perebi, uma garota ao lado se aproximou, falou algo que não entendi bem e comentou com Lana: - Seu amigo está de parabéns heim.
Lana riu e brincou comigo: - Hoje você foi eleito o cara da balada.
Demos uma boa gargalhada. Mas aquela terceira brincadeira não rolou. Já estávamos leves e satisfeitos.

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