sexta-feira, abril 27, 2012

Happy Hour

Sexta é o dia oficial do Happy Hour, pelo menos aqui na capital paulista, terra da garoa. O noite era quente e pedia muita diversão.

Encontrei uns amigos em um bar famoso na região da Avenida Paulista, local movimentado e frequentado pelos engravatados dos bancos e empresas do entorno. Muita gente legal e bonita.

Os amigos e amigas todos lá. Música boa, gente animada e muita bebida. O calor clamava um refresco. E a vodka com gelo acalmava a quentura. Lá pelas tantas meus reflexos foram diminuindo, fiquei mais leve, relaxado e alegre. A alegria aumentava e com isso o tesão também. A noite ali terminava, mas não era hora de dormir.

Um pessoal da nossa turma se reuniu e decidiu esticar a noitada. Fui junto com o grupo, rumo a uma casa de música latina e ficamos no camarote. Lugar ideal para conhecer gente nova, dançar, provocar e ser provocado. Embora tenha ido sem tantas pretenções, um homem nunca pode descartar as possibilidades.

E não é que as improbabilidades se tornariam possibilidades?

Explico!

Quando fui ao bar da discoteca, dei de cara com uma ex namorada. Espanto dos dois! Mas com um sorisso de orelha a orelha ao mesmo tempo.

Nos cumprimentamos e não nos largamos. Emendamos uma dança. A música pedia e fazia os corpos se juntarem. Não demorou muito e as confições de "saudades" rolaram.

Papo, dança vem e o tempo foi passando. E os ânimos em ascensão.

Ela, resolveu ir ao banheiro e quando saia deu uma olhadinha pra trás dizendo:

- Lembra a última vez que viemos aqui e fizemos no banheiro?

Eu ri, com ar sacana e disse - Como poderia me esquecer?

Ela apenas piscou maliciosamente, dizendo: - VEM!

Olhei para os lados e percebi que ninguém olhava. Me mandei atrás dela.

Entramos em uma das cabines. Me sentei no vaso com a tampa baixada e ela, que estava de vestido, tirou a calcinha de lado e sentou magistralmente na minha vara, que estava mais dura do que nunca. O tesão era imediato. Sentir aquela xota lisa e melada se abrindo com a minha vara me tirou de órbita.

Não podíamos nos soltar completamente, mas também não nos contivemos muito. Ritmo frenético, gemidos soltos. Gente entrando e saindo do banheiro.

Percebi a presença de uma segurança da casa. Demos uma paradinha providencial e assim que ela saiu continuamos. Ufa! Não fomos pego e só fez o tesão crescer.

A foda rolou solta até que nossos corpos, perto de dar choque, soltaram um gozo juntos. Uma sensação indescritível e completa.

Uma amiga da ex tinha acabado de entrar no banheiro. A ex tinha certa "maldade" e era segura o suficiente pra assumir suas aventuras sexuais.

Se recompôs e saiu da cabine e eu sai na sequência. A amiga viu tudo e ficou boquiaberte, imóvel.

Com risos marotos saimos do banheiro, com aquele ar de prazer absoluto que tivemos. Sem preocupação com o que achariam. Era o regozijo dos amantes.

As amigas de fora também perceberam e pude notar o olhar de admiração que tiveram por ela.

Eu, confesso que fiquei um pouco sem graça, mas nada como a sensação de ser observado e se sentir um rei.

Não terminamos ali. A noite só estava começando, mas depois continuo em uma cama grande e confortável, por longas horas para matar a saudade que o tempo causou.

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Ótimo relato!!

Bjos... Gatinha_as

9:54 PM  

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