terça-feira, abril 22, 2008

Três contos em um. Um conto para três

Meu celular vibrou com a chegada de uma nova mensagem. Olhei o SMS e dizia: "Saudades de você, meu gato. Estou morrendo de tesão".


Era Silvia, uma loira linda, corpo de desejo e um tesão de mulher na cama. Nada racional explica o tesão que temos um pelo outro. Só sabemos que adorarmos realizar nossas fantasias em comum. E temos muito em comum (Pizza a Trois).


Liguei de volta para ela e marcamos de nos encontramos. O mesmo lugar de sempre, aquela esquina movimentado e nada suspeita. De lá rumamos direto para nosso motelzinho preferido, um cantinho sossegado, singelo, mas que sempre acolha nossos encontros às escondidas.


Silvia estava cheirosa, bem vestida, cabo ainda úmido, como quem quisesse me deixar doido. E queria!


Nem bem entramos no quarto e nossos beijos eram quentes, com desejo latente, um calor profundo e ardente, com pressa de querer o outro. As mãos encontravam os corpos, explorando cada pedaço daquele pecado original. Enquanto redescobriamo-nos com o toque, despiamo-nos antecipando o ápice. Era tanto querer de desejo que não aguentávamos mais.


Ela vestia uma calcinha vermelha, minúscula. Quando vi, parecia um touro enfurecido pena bandeira de um toureiro. Sabia meu destino e queria aquela xaninha loucamente.


Silvia sentou-se na cabeceira da cama e abriu as pernas, me chamando pra chupá-la gostoso, lambusando minha boca do seu mel. Puxei aquela calcinha de lado e meti a língua gostoso naquele grelinho entumecido e rijo. Seu calor dava se sentir à distância. Sua buceta ensopada molhada minha cara, que se perdia naquela gruta do amor. Parecia uma cadela gemendo e logo encheu minha boca do seu mel de gozo.


Imediatamente ela me colocou sentou e começou a mamar na minha vara, que estava tão dura que fiquei impressionado do meu próprio estado, ele chegada a estralar de prazer. Ela chupava e gemia ao mesmo tempo. Não demorou muito e enchi sua boquinha de porra. Um jato forte no céu da boca.


Mesmo assim não estávamos satisfeitos. Ela louca de vontade e meu pau duro, pronto para mais uma. Coloquei a camisinha e coloquei Silvia de novo na cabeceira da cama, de pernas bem abertas e aquela boceta carnudinha e inchada bem arreganhada. Enfiei gostoso meu pau nela, bem fundo, estocando com prazer.


Metíamos gostoso, forte com aquela pegada de desejo. Falando besteiras no ouvido do outro. Cada vez que eu a chamada de gostosa e vadia ela gemia mais. Silvia faz o tipo de minha putinha na cama e adorar ser muito vadia. Isso me deixa muito cheio de prazer. Não aguentamos e gozamos juntos naquela posição.


Ficamos conversando um pouco na cama, para nos refazermos dequela trepada gostosa. Logo Silvia mencionou o nome de Dina, uma amiga que eu só tinha visto por fotos, que por sinal era uma delícia.


Silvia me contou que ela e Dina estavam em um bar próximo de casa em uma sexta-feira que ela me ligou e chamou para ir vê-la. Eu não puder ir naquele dia. Dina havia confessado a Silvia um desejo por ela, deixando escapar que "encararia ela na boa".


Fiquei excitado com aquela frase e comecei a fantasiar uma situação. Silvia, sem demorar disse que também ficou muito afim e queria muito sair com ela, mas que eu fosse junto. O tesão cresceu na hora e começamos a nos beijar.


Logo estávamos trepando gostoso de novo, fantasiando Dina conosco.


Silvia esta deitada e eu no papai-mamãe com ela e ela pedia Dina junto. Queria que ela estive sentada na sua boca para que ela pudesse chupá-la.


Coloquei Silvia de 4 e fodia gostoso aquela buceta melado em um ritmo frenético. Pedi para que Silvia imaginasse Dina em sua frente, com as pernas abertas e aquela buceta gostoso para ela chupar todinha. Não demorou e gozamos juntinhos.

Logo fomos embora e Silvia disse que queria voltar a me ver logo. Prometeu me apresentar Dina e arruma um encontro a três. Fiquei muito animado com a possibilidade!

Na semana seguinte...