Na Energia do Rádio
Dia desses fui na Av. Paulista, em uma famosa rádio de São Paulo, no período da noite, onde é possível acompanhar ao vivo um de seus programas de maior sucesso. É divertido, pois você acaba conhecendo aqueles personagens (e as pessoas) que fazem você rir no trânsito infernal, ou mesmo em casa.
Cheguei e vi algumas outras pessoas por ali, todos fãs do programa também. Dentre os presentes, avistei ela. Já a conhecia de vezes anteriores. Sempre simpática, sorriu a mim, com aquele brilhos nos olhos e um sorriso carismático demais. Aproximei-me e a cumprimentei.
Batemos um papo, matamos a saudade de conversar um com o outro. Uma pessoa de companhi muito agadável, além de bonita e atraente. Ela, sem mesmo pretender, tem um ar sensual, poderosa. Uma mulher que provoca apenas por existir.
Perto do final do programa combinamos de sair para comer um lanche ali por perto. Nos sentamos na lanchonete e comemos, conversamos, rimos, nos divertimos. Parecia reciproco. Nós nos olhávamos, nos desejávamos... Era notável o tesão no ar.
Ela me acompanhou até o estacionamento. O beijo era inevitável. Acontecer era um detalhe, uma questão de tempo. Até mais. Uma questão de aproximação. Que beijo. Doce, macio, molhado e muito quente.
Ofereci a ela uma carona até em casa. Era fora de mão para mim, mas qualquer lado da cidade seria "o meu caminho".
A cada semáforo vermelho, rolava um beijo cheio de tesão... parecia até um beijo apaixonado, de tão bom que era. Não demorou e o clima estava bem quente. Ela, sem pestanejar, colocou sua mão sobre minha calça, sentindo o volume do meu pau. Escutei-a fazendo um "fffsssss" com a boca... deixando transparecer o tesão que já a dominava.
Para meu deleite, ela disse bem ao meu ouvido: "adoraria chupar seu pau, aqui mesmo na rua". Magicamente meu zíper estava aberto, tão rápido quanto ela fazia meu pau ficar duro. Ela pegou ele com vontade, segurou firme... fez um outro "fffssssss", abaixou e abocanhou meu falo duro, latejante.E que boca molhada. Com muita destreza ela chupava, de cima em baixo, de um jeito que me arrepiava o corpo todo.
Dirigi por cerca de 15 minutos e ela ainda chupava meu pau. Eu me segurava, entre trancos e barrancos, para que não perdesse o controle do carro e também não perdesse o controle do tesão. Gozar era algo pronto para acontecer.
Repentinamente ela levantou e me beijou a boca. A sua boca ensopada, com gosto de mulher vadia me excitava mais ainda.
Então eu disse: "sabe, neste bairro aqui existem muitas ruas escuras e vazias, adoraria comer você aqui mesmo". Era um bairro residencial nobre, de mansões. Me excitava pensar em trepar gostoso com ela, dentro do carro, na frente de alguma casa, na eminência do perigo de ser pego de surpresa. Mas o perigo dava uma pitada de tempero no tesão.
Ela, inquita, topou na hora e também disse ter vontade de realizar esta fantasia.
Paramos em um rua quieta e escuro, à beira de uma avenida movimentada. Era um misto de escondido com escancarado. No escuro, mas com carros passando logo em frente. Saber que os carros que passavam podia ver, ou suspeitar, mesmo que rapidamente, que estávamos transando, me excitava.
Pulamos para o banco de trás e começamos a nos beijar. Não dava mais para segurar. Minhas mãos já a despia toda. Logo eu estava tocando aquela bucetinha lisinha, depilada e ensopada. Isso escitava mais que tudo. O espaço não era dos maiores, meio desajeitado, mas toda aquela situação inusitada me devorava por dentro.
Peguei-a de jeito, e num beijo forte, falei: "quero te foder todinha, agora". Ela, arrepiada, respondeu que estava louca de vontade também.
Coloquei a camisinha e puxei-a para cima de mim. Ela sentou maestralmente no meu pau, encaixando-o gostoso com seu rebolado. Acho que a hora mais gostosa do sexo é quando você enterra o pau pela primeira vez. Desabrochar aquela flor-de-lotus me causa sensações de prazer carnal puro.
Os dois estavam embebidos de altas doses de prazer. A libido escoria pelos poros, na forma de suor e tesão. Ela cavalgava gostoso em cima de mim, enquanto nos beijávamos. Minhas mãos pegavam sua bunda e puxava ela contra mim. Aquela pegada! Uns tapas leves tiravam gemidos da sua boca. E ela pedia mais... Pedia pra ser fodida, como uma puta, uma vagaunda de rua. Isso nos excitava cada vez mais.
Eu cada vez mais pegava ela forte, com apertões e tapas na bunda, chamando-a de puta, vagabunda e vadia. Ela delirava de prazer e aquilo me consumia. Seus gemidos eram a pior tortura que podia me causar. Ela então explodiu num gozo forte, gemendo e pedindo meu pau.
Assim que ela gozou, tirei meu pau e pedi pra ela ficar de 4 para mim. Desajeito, mas com muito tesão, enterrei meu pau naquela bucetinha rosa, de 4... Fodendo gostoso, estocando gostoso contra aquela bunda. Não durei mais que algumas fortes bombadas e gozei gostoso, urrando de prazer.
Nossos corpos pingavam de suor. Era a prova cabal do ótimo exercício que fizeramos.
Nos trocamos rapidamente e fui levar ela embora.
Dia desses recebi um SMS que dizia: "quer repetir?". Será que devo?
Cheguei e vi algumas outras pessoas por ali, todos fãs do programa também. Dentre os presentes, avistei ela. Já a conhecia de vezes anteriores. Sempre simpática, sorriu a mim, com aquele brilhos nos olhos e um sorriso carismático demais. Aproximei-me e a cumprimentei.
Batemos um papo, matamos a saudade de conversar um com o outro. Uma pessoa de companhi muito agadável, além de bonita e atraente. Ela, sem mesmo pretender, tem um ar sensual, poderosa. Uma mulher que provoca apenas por existir.
Perto do final do programa combinamos de sair para comer um lanche ali por perto. Nos sentamos na lanchonete e comemos, conversamos, rimos, nos divertimos. Parecia reciproco. Nós nos olhávamos, nos desejávamos... Era notável o tesão no ar.
Ela me acompanhou até o estacionamento. O beijo era inevitável. Acontecer era um detalhe, uma questão de tempo. Até mais. Uma questão de aproximação. Que beijo. Doce, macio, molhado e muito quente.
Ofereci a ela uma carona até em casa. Era fora de mão para mim, mas qualquer lado da cidade seria "o meu caminho".
A cada semáforo vermelho, rolava um beijo cheio de tesão... parecia até um beijo apaixonado, de tão bom que era. Não demorou e o clima estava bem quente. Ela, sem pestanejar, colocou sua mão sobre minha calça, sentindo o volume do meu pau. Escutei-a fazendo um "fffsssss" com a boca... deixando transparecer o tesão que já a dominava.
Para meu deleite, ela disse bem ao meu ouvido: "adoraria chupar seu pau, aqui mesmo na rua". Magicamente meu zíper estava aberto, tão rápido quanto ela fazia meu pau ficar duro. Ela pegou ele com vontade, segurou firme... fez um outro "fffssssss", abaixou e abocanhou meu falo duro, latejante.E que boca molhada. Com muita destreza ela chupava, de cima em baixo, de um jeito que me arrepiava o corpo todo.
Dirigi por cerca de 15 minutos e ela ainda chupava meu pau. Eu me segurava, entre trancos e barrancos, para que não perdesse o controle do carro e também não perdesse o controle do tesão. Gozar era algo pronto para acontecer.
Repentinamente ela levantou e me beijou a boca. A sua boca ensopada, com gosto de mulher vadia me excitava mais ainda.
Então eu disse: "sabe, neste bairro aqui existem muitas ruas escuras e vazias, adoraria comer você aqui mesmo". Era um bairro residencial nobre, de mansões. Me excitava pensar em trepar gostoso com ela, dentro do carro, na frente de alguma casa, na eminência do perigo de ser pego de surpresa. Mas o perigo dava uma pitada de tempero no tesão.
Ela, inquita, topou na hora e também disse ter vontade de realizar esta fantasia.
Paramos em um rua quieta e escuro, à beira de uma avenida movimentada. Era um misto de escondido com escancarado. No escuro, mas com carros passando logo em frente. Saber que os carros que passavam podia ver, ou suspeitar, mesmo que rapidamente, que estávamos transando, me excitava.
Pulamos para o banco de trás e começamos a nos beijar. Não dava mais para segurar. Minhas mãos já a despia toda. Logo eu estava tocando aquela bucetinha lisinha, depilada e ensopada. Isso escitava mais que tudo. O espaço não era dos maiores, meio desajeitado, mas toda aquela situação inusitada me devorava por dentro.
Peguei-a de jeito, e num beijo forte, falei: "quero te foder todinha, agora". Ela, arrepiada, respondeu que estava louca de vontade também.
Coloquei a camisinha e puxei-a para cima de mim. Ela sentou maestralmente no meu pau, encaixando-o gostoso com seu rebolado. Acho que a hora mais gostosa do sexo é quando você enterra o pau pela primeira vez. Desabrochar aquela flor-de-lotus me causa sensações de prazer carnal puro.
Os dois estavam embebidos de altas doses de prazer. A libido escoria pelos poros, na forma de suor e tesão. Ela cavalgava gostoso em cima de mim, enquanto nos beijávamos. Minhas mãos pegavam sua bunda e puxava ela contra mim. Aquela pegada! Uns tapas leves tiravam gemidos da sua boca. E ela pedia mais... Pedia pra ser fodida, como uma puta, uma vagaunda de rua. Isso nos excitava cada vez mais.
Eu cada vez mais pegava ela forte, com apertões e tapas na bunda, chamando-a de puta, vagabunda e vadia. Ela delirava de prazer e aquilo me consumia. Seus gemidos eram a pior tortura que podia me causar. Ela então explodiu num gozo forte, gemendo e pedindo meu pau.
Assim que ela gozou, tirei meu pau e pedi pra ela ficar de 4 para mim. Desajeito, mas com muito tesão, enterrei meu pau naquela bucetinha rosa, de 4... Fodendo gostoso, estocando gostoso contra aquela bunda. Não durei mais que algumas fortes bombadas e gozei gostoso, urrando de prazer.
Nossos corpos pingavam de suor. Era a prova cabal do ótimo exercício que fizeramos.
Nos trocamos rapidamente e fui levar ela embora.
Dia desses recebi um SMS que dizia: "quer repetir?". Será que devo?

4 Comments:
HUMNNNNNNNNNNNNNNNNN
Você é demais! Cada vez melhor...
Quero repetir...
Quer repetir???
rsrs
Delíciaaaaaaa!!!!!!!!!!
Será que um dia o NOSSO DIA vai estar aqui?????
Bjus
QUERO VOCÊ!
Parabéns pelo belo texto! Escreves com ótima desenvoltura e nos transmite sua idéia: excitar!!!provocar!!!! Muito bem! Parabéns!
Oi anjo! adoro seus contos,me deixam muito excitada!
bjos nessa boca q eu amo!
sua: Promiscuous
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