Justa causa no trabalho
Recém chegado ao novo emprego. A novidade sempre chama a atenção. Eu mesmo cheguei de mansinho, discreto, sem querer chamar a atenção. Mas não consegui. Olhares indiscreto me tomaram de assalto e não pude evitar. Uma boa vaga no principal departamento da empresa, chama a atenção. Status, poder, destaque? Não sei. Mas, mesmo sem pensar, chamei a atenção.
Ao lado do meu departamento há o famoso "aquário", um sala cercada de vidros, onde ficam as meninas do atendimento da empresa. Pouco a pouco, dali, fui observado. E eu, ingênuo, nem percebi.
Era dezembro e logo a festa de fim de ano chegou. Como toda festa de empresa, até as 9 da noite era confraternização, mas depois... a música, a bebida e agitação animou o ambiente e os ânimos. Pessoas, que antes sorriam, agora riam, gargalhavam. Abraços amistosos viravam apertos mais chehados. Tudo uma boa desculpa pra descarregar as angústias e desejos que o ano velho trouxe a todos.
O DJ sabia como conduzir a festa, e torou a música pra chacoalhar o esqueleto. Um dance, um pop e até funk. A diversão era garantida. E o sarro das meninas também. Próximas, cada vez mais.
Eu, novo, ainda tímido, nem me dei conta, mas os colegas já trataram de me avisar, que dois olhares se cruzavam por mim. Até que em uma música fui literalmente emparedado por ambas, ao mesmo tempo, no famoso sanduiche. Todos me invejaram. As duas mais vistosas mulheres do atendimento. Ali, comecei a me tocar do que viria a acontecer.
Sai para pegar uma bebida e uma delas veio atrás. Já haviamos batido um papo na cozinha do trabalho, coisa superficial. Mas lá, ela não perdeu tempo. Perguntou: "vai ficar dando mole pra Fátima ou para mim?". Eu, meio sem jeito, ri. Mesmo assim, fui rápido e disse: "Isso depende mais de você do que de mim".
Paula era bonita, uma morena escultural, esculpida por horas diárias de academia, e adepta de roupas que promoviam todo o visal e privilegiavam a visão de qualquer um.
Ela, sem pestanejar disse: "Estou indo ao banheiro e ao lado tem uma escada, te encontro lá em cima". Para não dar chance para os outros pensarem algo ou mesmo perceber algo, virei e fui. Não demorou muito Paulinha subiu naquele depósito escuro, mas convidativo.
Puxei ela pelos braços e a peguei de jeito, não houve nem uma palavra antes. Não deu tempo. Fomos direto aos beijos, malhando gostoso. Uma pegação forte. Tesão puro e o medo de alguém nos pegar. Isso virava desejo puro, concentrado.
Catei ela no colo e entrelacei suas pernas em meu corpo. Ela, de calça colada, sentiu a vara dura roçando e viu como um macho no cio pega uma cadela a fim de dar. Ela se arrepiou toda. Meu beijo quase a engolia toda.
Ela desceu e não se fez de rogada. Abriu o ziper, tirou meu cacete e caiu de boca. Engoliu como gosto e deixou ele todo babado. Minha vara já ardia de prazer. E ela me deixou mais maluco ainda. Mas, como era bem provocativa, parou pra me deixar com mais vontade. E conseguiu.
Descemos, um de cada vez e continuamos na festa, que já estava quase em seu final. Era sexta-feira e não havia um dia seguinte no trabalho para sofrer de ressaca moral.
A semana seguinte já seria Natal e eu sairia de férias. No dia 24 ficamos trabalhando até as 14 horas e como eu tinha algumas pendências para sair de férias, resolvi ficar um pouco mais, pois viajaria a noite. O pessoal do trabalho, apressado para curtir a família, foi embora logo. Ficamos eu, um outro colega e, advinhem, ela!
Pelo comunicador ela me chamou pra dar uma passadinha na sala dela. Fui dar um alô e desejar boas festas. Ela estava estonteante e cheirosa. Fizemos aquela pré-despedida e ficamos um pouco de papo. É claro que falamos das vontades que ficaram e que ia ter que esperar um período de férias. Ela, quase que intimando disse: "não quero ter que esperar 15 dias pra matar meu tesão de você". Nessa hora minha vara atiçou e a mente pensava maldade. Emendei: "então vem e mata". Sai e fui vagarosamente entrando no banheiro feminino.
Nem dei tempo dela pensar, mas ela foi de atitude e logo entrou no recinto. Tranquei a porta e, como na festa, peguei ela de jeito com um beijo sufocantemente delicioso e forte. Meti a mão na sua bunda e ergui seu corpo com o desejo à flor da pele. Ela deu um leve gemido.
Virei Paula de costas pra mim e a fiz sentir o vergão grosso e duro. Ela arrebitou gostoso e colocou as mãos na pia, toda convidativa. Pus a camisinha, levantei sua saia, tirei a calcinha de lado e meti gostoso naquela gruta quente e ensopada. Podia sentir ela entumecida e trêmula.
Soquei gostoso naquela mulher, que na hora era uma bela de uma cadelinha no cio, pedindo por cacete. Ambos já malucos, mas tendo que segurar e engolir o próprio gemido. Peguei aquela cinturinha, conferi aquele belo par de pernas e soquei, batendo meu corpo contra aquele rabo sensacional. Como ela é gostosa.
Empolgado, puxei seus cabelos, trazendo aquela putinha junto. Ela soltou um suspiro mais alto e pediu vara. Obedeci e não parei. Nossas pernas já tremiam, bambeando com a chegada do gozo, que logo explodiu naquela esfregaçào toda. Gozamos juntinhos, como uma intensidade indescritível.
Nos recompusemos e ajeitamos a roupa. Saimos de fininho, pois ainda havia alguém na empresa. O colega, ao que parece, nem se deu conta. Desejei mais uma vez um fim de ano bonito e sai.
Aquelas férias começavam muito bem...
Ao lado do meu departamento há o famoso "aquário", um sala cercada de vidros, onde ficam as meninas do atendimento da empresa. Pouco a pouco, dali, fui observado. E eu, ingênuo, nem percebi.
Era dezembro e logo a festa de fim de ano chegou. Como toda festa de empresa, até as 9 da noite era confraternização, mas depois... a música, a bebida e agitação animou o ambiente e os ânimos. Pessoas, que antes sorriam, agora riam, gargalhavam. Abraços amistosos viravam apertos mais chehados. Tudo uma boa desculpa pra descarregar as angústias e desejos que o ano velho trouxe a todos.
O DJ sabia como conduzir a festa, e torou a música pra chacoalhar o esqueleto. Um dance, um pop e até funk. A diversão era garantida. E o sarro das meninas também. Próximas, cada vez mais.
Eu, novo, ainda tímido, nem me dei conta, mas os colegas já trataram de me avisar, que dois olhares se cruzavam por mim. Até que em uma música fui literalmente emparedado por ambas, ao mesmo tempo, no famoso sanduiche. Todos me invejaram. As duas mais vistosas mulheres do atendimento. Ali, comecei a me tocar do que viria a acontecer.
Sai para pegar uma bebida e uma delas veio atrás. Já haviamos batido um papo na cozinha do trabalho, coisa superficial. Mas lá, ela não perdeu tempo. Perguntou: "vai ficar dando mole pra Fátima ou para mim?". Eu, meio sem jeito, ri. Mesmo assim, fui rápido e disse: "Isso depende mais de você do que de mim".
Paula era bonita, uma morena escultural, esculpida por horas diárias de academia, e adepta de roupas que promoviam todo o visal e privilegiavam a visão de qualquer um.
Ela, sem pestanejar disse: "Estou indo ao banheiro e ao lado tem uma escada, te encontro lá em cima". Para não dar chance para os outros pensarem algo ou mesmo perceber algo, virei e fui. Não demorou muito Paulinha subiu naquele depósito escuro, mas convidativo.
Puxei ela pelos braços e a peguei de jeito, não houve nem uma palavra antes. Não deu tempo. Fomos direto aos beijos, malhando gostoso. Uma pegação forte. Tesão puro e o medo de alguém nos pegar. Isso virava desejo puro, concentrado.
Catei ela no colo e entrelacei suas pernas em meu corpo. Ela, de calça colada, sentiu a vara dura roçando e viu como um macho no cio pega uma cadela a fim de dar. Ela se arrepiou toda. Meu beijo quase a engolia toda.
Ela desceu e não se fez de rogada. Abriu o ziper, tirou meu cacete e caiu de boca. Engoliu como gosto e deixou ele todo babado. Minha vara já ardia de prazer. E ela me deixou mais maluco ainda. Mas, como era bem provocativa, parou pra me deixar com mais vontade. E conseguiu.
Descemos, um de cada vez e continuamos na festa, que já estava quase em seu final. Era sexta-feira e não havia um dia seguinte no trabalho para sofrer de ressaca moral.
A semana seguinte já seria Natal e eu sairia de férias. No dia 24 ficamos trabalhando até as 14 horas e como eu tinha algumas pendências para sair de férias, resolvi ficar um pouco mais, pois viajaria a noite. O pessoal do trabalho, apressado para curtir a família, foi embora logo. Ficamos eu, um outro colega e, advinhem, ela!
Pelo comunicador ela me chamou pra dar uma passadinha na sala dela. Fui dar um alô e desejar boas festas. Ela estava estonteante e cheirosa. Fizemos aquela pré-despedida e ficamos um pouco de papo. É claro que falamos das vontades que ficaram e que ia ter que esperar um período de férias. Ela, quase que intimando disse: "não quero ter que esperar 15 dias pra matar meu tesão de você". Nessa hora minha vara atiçou e a mente pensava maldade. Emendei: "então vem e mata". Sai e fui vagarosamente entrando no banheiro feminino.
Nem dei tempo dela pensar, mas ela foi de atitude e logo entrou no recinto. Tranquei a porta e, como na festa, peguei ela de jeito com um beijo sufocantemente delicioso e forte. Meti a mão na sua bunda e ergui seu corpo com o desejo à flor da pele. Ela deu um leve gemido.
Virei Paula de costas pra mim e a fiz sentir o vergão grosso e duro. Ela arrebitou gostoso e colocou as mãos na pia, toda convidativa. Pus a camisinha, levantei sua saia, tirei a calcinha de lado e meti gostoso naquela gruta quente e ensopada. Podia sentir ela entumecida e trêmula.
Soquei gostoso naquela mulher, que na hora era uma bela de uma cadelinha no cio, pedindo por cacete. Ambos já malucos, mas tendo que segurar e engolir o próprio gemido. Peguei aquela cinturinha, conferi aquele belo par de pernas e soquei, batendo meu corpo contra aquele rabo sensacional. Como ela é gostosa.
Empolgado, puxei seus cabelos, trazendo aquela putinha junto. Ela soltou um suspiro mais alto e pediu vara. Obedeci e não parei. Nossas pernas já tremiam, bambeando com a chegada do gozo, que logo explodiu naquela esfregaçào toda. Gozamos juntinhos, como uma intensidade indescritível.
Nos recompusemos e ajeitamos a roupa. Saimos de fininho, pois ainda havia alguém na empresa. O colega, ao que parece, nem se deu conta. Desejei mais uma vez um fim de ano bonito e sai.
Aquelas férias começavam muito bem...

3 Comments:
Senti saudades do seu blog!
Bj
Carol
Vc devia postar mto mais "contos", delícia!
Saudades
Bjs da sua Gata!
Huuuuuum....
Essas férias realmente prometiam, hein ??
Que delícia!!
Bjs
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