Traição no trabalho
Uma época trabalhei em uma grande empresa multinacional de seguros como consultor, durante algum tempo em um projeto. Fiz parte de uma grande equipe, com pessoas de todos os tipos.
Dentre elas, conheci Marina, uma morena de meia altura, aproximadamente 1,60m, pernas grossas e torneadas, cintura compatível, valorizando um bumbum lindo e volumoso. Cabelos castanhos e pele cor de mel. Uma tentação. No entanto ela era uma pessoa comportada, embora muito simpática e extrovertida. Falava com todos, mas sempre de maneira amigável.
Não era muito vaidosa, de usar roupas mais ousadas ou maquiagem. Pelo contrário, mas sua beleza exuberante não pedi isso. Ela naturalmente exala um poder sensual.
Tinha um marido possessivo e ciumento, desses que liga o dia todo perguntando o que ela estava fazendo e brigava. Todos podiam perceber o clima ruim quando ela atendia o telefone. Ele, mesmo sem estar presente, irritava a todos.
Passei mais de um ano no projeto e viramos muito amigos, mas sempre de maneira respeitosa e cordial. Com brincadeiras normais e nada demais. Sempre descíamos para tomar café e ela virou minha confidente em algumas coisas do trabalho e de sua vida. Quando descíamos com outras amigas de trabalho era uma diversão e por vezes papos apimentados, mas sempre na gozação.
Até que um dia, meio que sem pretenções, deixamos de trocar e-mails formais de trabalho, por outros mais pessoais. Ela havia dado abertura e sem perceber fui me aproximando nos papos.
A partir dai os olhares começam a se cruzar durante o dia. Sorrisos indiscretos e escondidos eram revelados. Ninguem poderia sonhar com isso, mas mesmo assim arriscávamos algum flerte ali no trabalho.
O papo era cada vez mais pessoal, e com uma tônica sensual. Tínhamos segrados demais, e já não precisávamos pensar no que íamos falar. Era normal de elogios começassem a aparecer nos e-mails e ela foi quem logo atacou primeiro. Agradeci o elogio e retribui.
Cada vez mais sentíamos a tenção no ar, o cheiro sensual, aquele arrepio de pele e desejo. A famosa química, que em geral é inexplicável, mas arrebatadora. Confessei a ela que tinha certas vontades e beijá-la era uma delas. Ela, sem titubear, também disse o mesmo.
E o papo sempre envolvia esses desejos e provocações. Queríamos muito, mas havia um grande problema. O marido controlador. Era impossível ela dar um passo sem ser "perseguida" por ele. Ela saia do trabalho direto pra casa.
Já não aguentávamos mais e eu pensei rápido e sequer dei chance dela pensar. Mandei um e-mail dizendo: "quer um chocolate?". Ela respondeu que sim e então escrevi: "entào vem pegar na escada do prédio". Levantei e saí.
Passei pelos elevadores, duas portas contra incêndio e fiquei na escadaria. Pensei que fosse ficar ali alguns minutos esperando e ela não apareceria. Ouvi a porta se abrindo e ela desceu e foi logo dizendo: "mas porque aqui?".
Fui logo extendendo a mão com o chocolate. Ela o pegou de minha mão e eu puxei ela de uma só vez pra perto de mim. Foi irresistível e nos beijamos. Os corpos ardiam, pegavam fogo. Ambos arrepiados e beijando com uma volúpia incessante, revelando todo o desejo contido.
Imediatamente meu pau parecia uma tora de tanta felicidade. Puxei ela pra junto do meu corpo e ela sentiu minha vara pressionar seu corpo. Ela se apertou mais para sentir e meteu a mão nele, como se o quisesse para si. Peguei seu bumbum com as duas mãos e a puxei contra meu corpo. Ela até se levantou um pouco, suspirando um gemido contido.
Que beijos, que pegada. Mas que perigo! O medo de alguém passar era um catalisador que diluia o veneno do prazer e do sexo nas nossas veias, aumentando o prazer e a vontade.
Coloquei minha mão na sua buceta, por cima da calça e senti aquela fendinha latejando, meu dedo no meio.... Como o corpo carnudo e gostoso, sua buceta também era.
Paramos de nos beijar e ela me olhou assustada, incrédula, mas regozijada. Ambos rimos em silêncio, evidanciando a loucura que fizemos e desejo que estávamos curtindo. Não falamos mais nada e ela saiu e voltou ao seu lugar. Dei um minuto e saí de volta para meu posto de trabalho.
Nossos e-mails passaram a ser mais declarados, comentando a loucura gostosa e deixando claro o tesão que estávamos de concretizar tudo aquilo. Mas o desejo nos dilacerava, tomava conta. Cada vez que chegávamos perto arrepiávamos os corpos e era possível sentir no ar isso. Nosso medo era alguém desconfiar, mas acho que passamos incólumes.
Foram muitos dias nessa tensão sexual. Libido elevada. Hormônios saindo pelos poros. Fomos mais algumas vezes para as escadas, saciar um pouco a vontade, mas que só fazia crescer outra vontade.
Um dia, chovia, e íamos embora. Disse que a acomanharia até seu estacionamento e ela concordou. Falei que queria sair com ela dali mesmo e ir para um motel próximo. Ela não podia, o marido poderia ligar e isso seria o fim. Então a puxei pela mão e entrei com ela no meu carro, que estava parado em uma viela logo ali.
A chuva havia embaçado os vidros e pouco se via da rua ou da rua pra dentro. Ali nos beijamos intensamente com todo aquele tesão incontrolável. Abri o zíper de sua calça e meus dedos procuravam aquela grutinha carnuda. Toquei com a ponta aquele grelo e já pude sentir o calor e o mel que escorria. Ela soltou um gemido gostoso, como se pedisse mais. Meu dedo, já engolido por ela, mexia gostoso, deixando ela maluca. Beijávamos enquanto eu tocava uma pra ela. Ela explodiu de tesão gemendo deliciosamente. Eu só imaginava aquela cena, mas real.
Nem bem gozou ela abriu meu zíper e pegou meu pau como quem segura um prêmio, e olhou para mim. Sua cara era de puro deleite, fazendo um biqueinho de tesão. Agarrou meu pau com força eo engoliu todo. Ela não perdeu tempo e nem se fez de rogada. Sugou com toda a vontade de estava. Não aguentei e enchi sua boquinha de porra e ela, sem tirar, engoliu tudo. Sorvendo todo meu leite quente.
Daí era impossível resistir mais, mas tínhamos que ir embora sozinhos.
Queríamos nos ver, sair juntos, curtir todo o tesão entre nós, mas era difícil pra ela sair. Ela sempre chegava cedo no tabalho, até dei uma idéia. Eu não morava muito longe e disse a ela. Amanhã cedo, ao invés de vir para o trabalho, vai pra minha casa e chegamos um pouco mais tarde. Ela gostou da ideia.
Confesso que quase não dormi aquela noite, de tanta ansiedade que eu estava. Às 7 da manhã tocou meu interfone e pedi pra ela subir. Quando abri a porta a vi deslumbrante em um lindo vestidinho preto e sandálias. Aquilo era pra completar o tesão que já estava.
Ela entrou, demos bom dia, rindo eufóricos. Puxei ela pra dentro, fechei a porta e caímos num beijo profundo e ardido. Na sala começamos um belo amasso, uma pegada forte, sem tempo pra frescuras ou dúvidas.
Peguei em sua bunda e a levantei, contra meu corpo. Ela gemeu. No colo a trouxe para meu quarto e coloquei sobre a cama, deitada. Vim por cima, cobrindo-a toda e beijando. Que boca, que beijo! Sua pele cheirava o néctar de Afrodite. Beijando seu pescoço e tocando seu corpo fui descendo até seus tornozelos, subindo lentamente por aquelas coxas magistrais, passando pela virilha e caindo de boca naquela xaninha gostosa e quente. Me lambuzei todo ali, melando toda minha cara, me entregando totalmente ao prazer. Ela gozou gostoso na minha boca e me puxou para me beijar e sentir o gosto e o mel de sua própria gozada.
Ela me jogou na cama e arrancou meu pau para fora da calça e caiu de boca. Chupada como uma tarada, uma safada despudorada, como se aquele fosse o último momento de sua vida. E como sugava. Não demorou e ela ganhou outro banho de porra na boquinha.
O tesão era gigante, meu pau sequer amoleceu. Peguei a camisinha, colequei ela de 4 e fui lentamente introduzindo minha vara naquela beldade. A cada centímetro que minha tora entrava era um gemidinho gostoso.
Peguei-a pela cintura com as duas mão e comecei a socar gostoso, fazendo ela sentir o macho que ela conseguiu despertar e dominar em mim. Seus gemidos eram loucas notas de prazer e desejos, com a tônica da luxúria e despudor.
Com uma das mãos comecei a acariciar seu bumbum e dei um leve tapinha, o que deixou aquela voluptuosa mulher ainda mais empolgante. Ela disse: "me pega delícia, me bate gostoso". Isso soava como um canto de sereia. Fiquei possuido, entorpecido pelo desejo. Equanto segurava ela com jeito pela cintura, eu pega ela forte pela bunda, dando tapas gostosos e estridente, fazendo estralar e arrancando gemidos altos.
Ela pedia: "vai tesão, me fode toda, mete gostoso na sua cachorra e me bate".
O ritmo era frenético e incontrolável. Os dois gemiam gostoso e aumentavam a velocidade das estocadas. Ela, com ambas as mãos, pego seu bumbum e arregaçou ele gostoso pra mim. Eu fiquei maluco e tanto de prazer. Ver aquela mulher exuberante de belas coxas e um rabo respeitável, se regaçando todinha enquanto eu a socava de 4, me deixou de pernas bambas.
Ela, ao mesmo tempo pedia: "me fode, forte, vai, não para".
Em seguida soltamos o grito de gozo, numa jorrada forte de tesão. Que foda deliciosa!
Ficamos ali por mais 1 hora, até tomarmos um bom banho e voltar ao trabalho.
Esta história não parou por ai. Tivemos ótimas repetições, mas fica para um outro relato.
Dentre elas, conheci Marina, uma morena de meia altura, aproximadamente 1,60m, pernas grossas e torneadas, cintura compatível, valorizando um bumbum lindo e volumoso. Cabelos castanhos e pele cor de mel. Uma tentação. No entanto ela era uma pessoa comportada, embora muito simpática e extrovertida. Falava com todos, mas sempre de maneira amigável.
Não era muito vaidosa, de usar roupas mais ousadas ou maquiagem. Pelo contrário, mas sua beleza exuberante não pedi isso. Ela naturalmente exala um poder sensual.
Tinha um marido possessivo e ciumento, desses que liga o dia todo perguntando o que ela estava fazendo e brigava. Todos podiam perceber o clima ruim quando ela atendia o telefone. Ele, mesmo sem estar presente, irritava a todos.
Passei mais de um ano no projeto e viramos muito amigos, mas sempre de maneira respeitosa e cordial. Com brincadeiras normais e nada demais. Sempre descíamos para tomar café e ela virou minha confidente em algumas coisas do trabalho e de sua vida. Quando descíamos com outras amigas de trabalho era uma diversão e por vezes papos apimentados, mas sempre na gozação.
Até que um dia, meio que sem pretenções, deixamos de trocar e-mails formais de trabalho, por outros mais pessoais. Ela havia dado abertura e sem perceber fui me aproximando nos papos.
A partir dai os olhares começam a se cruzar durante o dia. Sorrisos indiscretos e escondidos eram revelados. Ninguem poderia sonhar com isso, mas mesmo assim arriscávamos algum flerte ali no trabalho.
O papo era cada vez mais pessoal, e com uma tônica sensual. Tínhamos segrados demais, e já não precisávamos pensar no que íamos falar. Era normal de elogios começassem a aparecer nos e-mails e ela foi quem logo atacou primeiro. Agradeci o elogio e retribui.
Cada vez mais sentíamos a tenção no ar, o cheiro sensual, aquele arrepio de pele e desejo. A famosa química, que em geral é inexplicável, mas arrebatadora. Confessei a ela que tinha certas vontades e beijá-la era uma delas. Ela, sem titubear, também disse o mesmo.
E o papo sempre envolvia esses desejos e provocações. Queríamos muito, mas havia um grande problema. O marido controlador. Era impossível ela dar um passo sem ser "perseguida" por ele. Ela saia do trabalho direto pra casa.
Já não aguentávamos mais e eu pensei rápido e sequer dei chance dela pensar. Mandei um e-mail dizendo: "quer um chocolate?". Ela respondeu que sim e então escrevi: "entào vem pegar na escada do prédio". Levantei e saí.
Passei pelos elevadores, duas portas contra incêndio e fiquei na escadaria. Pensei que fosse ficar ali alguns minutos esperando e ela não apareceria. Ouvi a porta se abrindo e ela desceu e foi logo dizendo: "mas porque aqui?".
Fui logo extendendo a mão com o chocolate. Ela o pegou de minha mão e eu puxei ela de uma só vez pra perto de mim. Foi irresistível e nos beijamos. Os corpos ardiam, pegavam fogo. Ambos arrepiados e beijando com uma volúpia incessante, revelando todo o desejo contido.
Imediatamente meu pau parecia uma tora de tanta felicidade. Puxei ela pra junto do meu corpo e ela sentiu minha vara pressionar seu corpo. Ela se apertou mais para sentir e meteu a mão nele, como se o quisesse para si. Peguei seu bumbum com as duas mãos e a puxei contra meu corpo. Ela até se levantou um pouco, suspirando um gemido contido.
Que beijos, que pegada. Mas que perigo! O medo de alguém passar era um catalisador que diluia o veneno do prazer e do sexo nas nossas veias, aumentando o prazer e a vontade.
Coloquei minha mão na sua buceta, por cima da calça e senti aquela fendinha latejando, meu dedo no meio.... Como o corpo carnudo e gostoso, sua buceta também era.
Paramos de nos beijar e ela me olhou assustada, incrédula, mas regozijada. Ambos rimos em silêncio, evidanciando a loucura que fizemos e desejo que estávamos curtindo. Não falamos mais nada e ela saiu e voltou ao seu lugar. Dei um minuto e saí de volta para meu posto de trabalho.
Nossos e-mails passaram a ser mais declarados, comentando a loucura gostosa e deixando claro o tesão que estávamos de concretizar tudo aquilo. Mas o desejo nos dilacerava, tomava conta. Cada vez que chegávamos perto arrepiávamos os corpos e era possível sentir no ar isso. Nosso medo era alguém desconfiar, mas acho que passamos incólumes.
Foram muitos dias nessa tensão sexual. Libido elevada. Hormônios saindo pelos poros. Fomos mais algumas vezes para as escadas, saciar um pouco a vontade, mas que só fazia crescer outra vontade.
Um dia, chovia, e íamos embora. Disse que a acomanharia até seu estacionamento e ela concordou. Falei que queria sair com ela dali mesmo e ir para um motel próximo. Ela não podia, o marido poderia ligar e isso seria o fim. Então a puxei pela mão e entrei com ela no meu carro, que estava parado em uma viela logo ali.
A chuva havia embaçado os vidros e pouco se via da rua ou da rua pra dentro. Ali nos beijamos intensamente com todo aquele tesão incontrolável. Abri o zíper de sua calça e meus dedos procuravam aquela grutinha carnuda. Toquei com a ponta aquele grelo e já pude sentir o calor e o mel que escorria. Ela soltou um gemido gostoso, como se pedisse mais. Meu dedo, já engolido por ela, mexia gostoso, deixando ela maluca. Beijávamos enquanto eu tocava uma pra ela. Ela explodiu de tesão gemendo deliciosamente. Eu só imaginava aquela cena, mas real.
Nem bem gozou ela abriu meu zíper e pegou meu pau como quem segura um prêmio, e olhou para mim. Sua cara era de puro deleite, fazendo um biqueinho de tesão. Agarrou meu pau com força eo engoliu todo. Ela não perdeu tempo e nem se fez de rogada. Sugou com toda a vontade de estava. Não aguentei e enchi sua boquinha de porra e ela, sem tirar, engoliu tudo. Sorvendo todo meu leite quente.
Daí era impossível resistir mais, mas tínhamos que ir embora sozinhos.
Queríamos nos ver, sair juntos, curtir todo o tesão entre nós, mas era difícil pra ela sair. Ela sempre chegava cedo no tabalho, até dei uma idéia. Eu não morava muito longe e disse a ela. Amanhã cedo, ao invés de vir para o trabalho, vai pra minha casa e chegamos um pouco mais tarde. Ela gostou da ideia.
Confesso que quase não dormi aquela noite, de tanta ansiedade que eu estava. Às 7 da manhã tocou meu interfone e pedi pra ela subir. Quando abri a porta a vi deslumbrante em um lindo vestidinho preto e sandálias. Aquilo era pra completar o tesão que já estava.
Ela entrou, demos bom dia, rindo eufóricos. Puxei ela pra dentro, fechei a porta e caímos num beijo profundo e ardido. Na sala começamos um belo amasso, uma pegada forte, sem tempo pra frescuras ou dúvidas.
Peguei em sua bunda e a levantei, contra meu corpo. Ela gemeu. No colo a trouxe para meu quarto e coloquei sobre a cama, deitada. Vim por cima, cobrindo-a toda e beijando. Que boca, que beijo! Sua pele cheirava o néctar de Afrodite. Beijando seu pescoço e tocando seu corpo fui descendo até seus tornozelos, subindo lentamente por aquelas coxas magistrais, passando pela virilha e caindo de boca naquela xaninha gostosa e quente. Me lambuzei todo ali, melando toda minha cara, me entregando totalmente ao prazer. Ela gozou gostoso na minha boca e me puxou para me beijar e sentir o gosto e o mel de sua própria gozada.
Ela me jogou na cama e arrancou meu pau para fora da calça e caiu de boca. Chupada como uma tarada, uma safada despudorada, como se aquele fosse o último momento de sua vida. E como sugava. Não demorou e ela ganhou outro banho de porra na boquinha.
O tesão era gigante, meu pau sequer amoleceu. Peguei a camisinha, colequei ela de 4 e fui lentamente introduzindo minha vara naquela beldade. A cada centímetro que minha tora entrava era um gemidinho gostoso.
Peguei-a pela cintura com as duas mão e comecei a socar gostoso, fazendo ela sentir o macho que ela conseguiu despertar e dominar em mim. Seus gemidos eram loucas notas de prazer e desejos, com a tônica da luxúria e despudor.
Com uma das mãos comecei a acariciar seu bumbum e dei um leve tapinha, o que deixou aquela voluptuosa mulher ainda mais empolgante. Ela disse: "me pega delícia, me bate gostoso". Isso soava como um canto de sereia. Fiquei possuido, entorpecido pelo desejo. Equanto segurava ela com jeito pela cintura, eu pega ela forte pela bunda, dando tapas gostosos e estridente, fazendo estralar e arrancando gemidos altos.
Ela pedia: "vai tesão, me fode toda, mete gostoso na sua cachorra e me bate".
O ritmo era frenético e incontrolável. Os dois gemiam gostoso e aumentavam a velocidade das estocadas. Ela, com ambas as mãos, pego seu bumbum e arregaçou ele gostoso pra mim. Eu fiquei maluco e tanto de prazer. Ver aquela mulher exuberante de belas coxas e um rabo respeitável, se regaçando todinha enquanto eu a socava de 4, me deixou de pernas bambas.
Ela, ao mesmo tempo pedia: "me fode, forte, vai, não para".
Em seguida soltamos o grito de gozo, numa jorrada forte de tesão. Que foda deliciosa!
Ficamos ali por mais 1 hora, até tomarmos um bom banho e voltar ao trabalho.
Esta história não parou por ai. Tivemos ótimas repetições, mas fica para um outro relato.

1 Comments:
Que enredo sen-sa-cio-nal!!!
Eu também quero assim no meu escritório!
;-)
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