terça-feira, fevereiro 13, 2007

Menàge Déjà vu

Déjà vu é uma expressão da língua francesa que significa literalmente "já visto", para alguns meios é uma expressão que significa "nada de novo" ou "falta de originalidade".

Não que o delicioso menàge que participei ontem tenha sido igual ou monótono. Ao contrário.

Novamente me encontrei com a Hedonista e a Sereia, por isso Déjá vu. E que tantos quantos destes Déjà vus se repitam, mais e mais.

Peguei a Sereia no metrô por volta das 19 horas e seguimos para a casa da Hedonista. Agora a Hedonista divide a casa com uma amiga, então teríamos que ir para outro lugar.

Durante o trajeto até a casa, a Sereia me mostrou uma saia que ela guardava na bolsa - branca, curta, linda. Ela, com aquela cara de vadia que só ela faz, me perguntou: "Quer me ver com esta saia?". Eu respondi que adoraria. Imediatemente ela começou a tirar a saia que usava, dentro do carro, na rua (uma movimentada avenida), ficou só de calcinha e logo pôs a outra saia. Um escândalo. Eu, claro, delirei.

Para provocar mais ela tirou a calcinha e disse: "Agora tente se concentrar no volante". Nessa hora eu já sentia meu pau latejando de tesão. Ela, que acabara de trocar de saia do meu lado, no trânsito, também havia tirado a calcinha, e mostrava sua bucetinha toda depilada. Que delícia!

Chegamos e pegamos nossa amiga. A Hedonista estava bonita, cheirosa, especialmente pronta para o encontro. Vestia uma calça azul, bem leve, grudada no corpo. Não havia como não desejar.

Fomos direto ao motel.

Foi engraçado ver a cara de certo espanto da atendente, quando viu que haviam três pessoas no carro. Não que isso seja incomum, ainda mais em São Paulo, enfim... Confesso que isso também ajudou a aumentar o clima bom dentro do carro. Nós três rimos com a situação.

Quando chegamos, falávamos sobre sexo em lugares inusitados. A Hedonista disse nunca ter feito na escada. Quando entramos na garagem, a Sereia olha para a Hedonista e diz: "Olha essa escada ai, por que não tenta?". Todos rimos, mas sabíamos que a escada ficaria para um outro dia.

Entramos e deitamos na cama, batendo um papo. Olhei para a Hedonista e sentia nela uma beleza diferente. Ela estava cheirosa, linda. Parecia que havia se produzido toda para o encontro. Cheguei mais perto e nos beijamos. Um beijo suave, mas quente. A Sereia olhava. Olhei para ela e disse: "Vem ver com ela está cheirosa".

Fazendo um papel meio de inocente a Sereia perguntou: "Posso, Hedonista?". E ela: "Deve". Logo as duas estavam engatadas num beijo mais que excitante. Peguei uma garrafa de água e só observava e admirava a beleza do encontro das duas.

Entrei no meio e beijava o pescoço das duas também e as acariciava. Não demorou e as duas estavam nuas. Eu tocando ambas, sentindo as duas meladas de tesão.

A Hedonista virou-se para mim e perguntou: "E você, não tira a roupa". Não demorou e as duas me despiram todo. Nós três ficamos ajoelhados na cama, abraçados e nos beijando. Beijos a dois e a três. Muito sensual.

A Sereia já foi logo de boca no meu pau, sedenta de vontade dele, enquanto eu beijava a Hedonista. E então eu disse a ela no ouvido: "Quero chupar essa tua bucetinha gostosa e molhadinha". Ela sorriu e deu um sinal positivo. Me deitei e ela sentou-se na minha boca, como se fosse um 69, ambas chupavam meu pau. Foi uma loucura. Eu estava em êxtase. Ficamos um bom tempo curtindo assim, até que a Hedonista gozou gostoso na minha boca, me lambusando todo.

Sem querer ser desigual, propús a elas trocamos de vez. Agora foi a Sereia que sentou na minha boca e a Hedonista me chupava. E que boca gostosa. Senti-me nas nuvens de tanto tesão. Fiz A Sereia gozar assim também e foi muito bom.

Depois as duas me deixaram deitado e cairam de boca no meu pau, numa sincronia perfeita que só não gozei porque segurei firme. Uma chupava meu pau todo, enquanto a outra lambia meu saco.

Nem bem terminamos e as duas voltaram a se beijar... De novo parei e apreciei um pouco a visão. A Sereia deitou a Hedonista e começou a chupar aquela bucetinha gostosa, carnuda e molhada. Fiquei ao lado dela e ela abocanhando meu pau. De vez em quando ela parava para gemer gostoso. Eu ficava a excitando mais, dizendo coisas ao seu ouvido. Não demorou e ela gozou de novo, agora na boca da Sereia.

Então eu disse: "Com todo mundo gozando aqui, eu também quero". E uma delas disse: "Então escolhe com quem." Escolhi a Sereia, pois a Hedonista havia acabado de gozar gostoso. Ela simplesmente emendou: "Me fode gostoso de quatro então".

Coloquei-a de quatro e comi como nunca. Ao mesmo tempo olhava a Hedonista curtindo toda a cena e sorrindo de satisfação. A Sereia, gemendo, pedia mais, mais forte e com mais pegada. A cada segundo eu aumentava o rítmo e ela gemia mais. Dei uns tapinhas na bunda, como ela adora, e pedia para ser fodida. Ela gozou logo e eu em seguida.

Depois demos um tempo e ficamos conversando.

A Hedonista tirou de sua sacola 4 vibradores que ela tem, e um deles, a propósito, é novinho em folha. É um de dois lados, próprio para duas gatas brincarem juntas. Ela, sem pestanejar disse à Sereia: "Este eu não sei usar, me ensina?". Seria respondeu: "Claro, mas acho que vamos precisar da ajuda do nosso amigo".

Pena que a noite já havia acabado, mas combinamos um Déjà vu na próxima quinta-feira, para, quem sabe, estrearmos o brinquedo dela.

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

A rapidinha (bem rapidinha)

Dia desses eu estava trabalhando de domingo. Era quase meia-noite e eu não aguentava mais. Estávamos numa força-tarefa para terminar um projeto. Terminamos e eu já estava passado.

Eis que no meu MSN entra a Hedonista. Sabia que ela morava bem próximo do local onde eu estava.

Só perguntei uma coisa a ela: "O que está fazendo agora?". Ela disse: "Nada".
Então retruquei: "Em 10 minutos estarei ai para uma rápida visitinha".
E ela: "Mas a casa está uma bagunça."

Ela sabia muito bem o que eu queria. Apenas disse tchau e sai. Fui porque também sabia que ela queria.

15 minutos depois estava eu na porta da casa dela. Toquei a campainha e ela apareceu de hobby rosa. Na hora fiquei mais que excitado. Ela pediu um tempo e voltou depois, de shortinho e camiseta. Uma pena! Mesmo assim não perdi a excitação.

Entrei e sem perder tempo já fui beijando ela. Apenas depois eu disse OI. Ela me olhou com espanto e perguntou se era vontade. Eu respondi: "Na cama você vai ter a resposta".

Sentia com minhas mão o corpo dela. Aquela roupa leve, solta, e ela sem calcinha, sem lingerie nenhuma. De certo modo aqui me instigou mais.

Puxei ela pelas mãos e trouxe para a cama do andar de baixo. Ela sem dizer nada, mas com um olhar apreensivo, deitou na cama. Eu me mantive calado também.

Fui despindo-a, tirei sua roupa toda, a deitei e comecei chupar sua xaninha deliciosamente. Ela estava ensopada. Adorava sentir seu corpo tremendo de tesão. Não demorou muito ela gozou gostoso na minha boca.

Dei um belo beijo na sua boca. Peguei uma camisinha e num simples papai-e-mamãe, penetrei ela gostoso e fiz num ritmo gostoso, meio rápido, no ritmo em que o clima nos deixou. Eu mesmo não demorei muito e também gozei.

Levantei-me, vesti minhas roupas, dei um beijo nela e disse: "Eu falei que ia ser uma visita bem rapidinha", peguei minhas coisas, disse Tchau!, e fui embora.

Por mais que pareça que eu tenha feito uma grande sacanagem com ela, ela me disse no dia seguinte: "Simplesmente adorei! Não sabe como eu precisava disso".

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Mensagem indiscreta

Sexta-feira, de saco cheio do trabalho, mas empolgado com a folga do fim-de-semana e a oportunidade de sair e curtir um pouco o bom da vida.

A Sereia me ligou: "Hoje a noite eu tenho aula. Qual a chance de você ir lá me pegar?".
Respondi: "Bem, não sei, querida, tenho um compromisso às 20h e não sei que horas devo sair."
E realmente tinha um compromisso. Nada demais, mas já havia marcado.
Senti que ela meio que desanimou um pouco, mas eu prometi nos vermos outro dia.

Sereia estava com uma tara, e queria realizá-la. Ela queria transar comigo na rua, ali do lado da sua faculdade, onde ela fazia um curso de verão. Era tentadora a proposta, apesar de perigosa.
Por volta das 21 horas eu já estava liberado. Então resolvi mandar um SMS para ela, que dizia:
"Quer trepar?".
Não demorou um minuto e ela respondeu: "Claro!".
Peguei o celular e liguei pra ela. "Invente uma desculpa para sair, mas estarei na esquina em 5 minutos".

Eis que eu estava lá e ela já chegou, rapidamente. Ela entrou no carro e nos demos um beijo de OI.

Falei que estava louco de tesão por ela e fui saindo devagar com o carro. Ela disse: "E ai, não vai me comer aqui mesmo, na rua?". Eu ri, um pouco estremecido, confesso, disse: "Tem dois problemas - 1, estou sem camisinha e 2, tem muita gente passando aqui agora."
Ela disse que camisinha não era problema, pois ela tinha. Mas eu disse que com a vontade que eu estava dela, preferia um lugar mais calmo e tranquilo, que pudéssemos curtir de verdade, sem pressas e sem apurrinhações. Ela topou mais que prontamente.

Fomos ao motelzinho de sempre. Barato, mas aconchegante.

Nem bem entramos e começamos aquele beijo quente, com desejo. Logo estávamos nús, os dois, um pedindo o outro.

Deitei ela na cama e logo cai de boca naquele corpo gostoso. Que peitos! Desci até suas pernas e levemente subi, até alcançar sua xotinha, linda, depiladinha e molhada. Melhor, ensopada. Fiz ela gozar gostoso assim.

Foi então a vez dela me jogar na cama e começar a me chupar. Olhando para mim ela disse: "Quero um banho de porra, goze em mim". Foram palavras mágicas aveludadas ao meu ouvido. Não demorei muito e gozei na boca dela. Ela engoliu tudo, até a última gota. O maior tesao era ver a cara de satisfação dela, querendo mais.

Incrivelmente eu estava com tanto tesão que meu pau ainda latejava duro. Puxei ela de quatro e coloquei tudinho nela. Ouvi um gemido gostoso e um pedido de mais. Não parei até que nós dois gozássemos.

Depois ficamos conversando um pouco e dando boas risadas. Ficamos lembrando da vez que fomos na casa da Hedonista e rolou aquele delicioso menáge. Porém lamentávamos que não pudémos ir la de novo, afinal e a Hedonista estava "naqueles seus dias". Precisávamos ir, mas com a promessa de repetir.