terça-feira, agosto 28, 2007

300

Não... 300 não é um marco, índice ou contagem. Aliás, isto seria indelicado demais. Contar os casos e se proclamar alguma grande coisa por isto? Seria banal demais. Imaturo.

O 300 (trezentos) aqui tem outra conotação, ou melhor, outras conotações. Vocês entenderão!



Dia destes eu estava na fila do cinema para assistir o filme "300", que conta sobre a batalha das Termópilas, na Grécia antiga, que relata a luta entre espartanos e persas, liderados pelos reis Leônidas e Xerces, respectivamente. Este é um épico dos quadrinhos (Frank Miller) e do cinema (Os 300 de Esparta - 1962).

Sozinho, resolvi ligar para a Dani. Uma bela mulher, loira, pele doce e branquinha, uma boca que provoca desejo, olhar profundo e um corpo sensual. Sempre brinquei que ela era a minha Alicia Silverstone. Ela, encabulada, sempre sorria.

- Oi Dani, tudo bem? Sabe quem é?
- Claro, meu anjo. Sua voz é inconfundivel!
- Que bom. Vontade de te ver, sabia?
- Eu também, gato.
- Quando e onde?
Ela, sem pestanejar, disse: - Terça estarei em uma cidade próxima a São Paulo, 150 Km. Dormirei por lá.
- Combinado!

Terça, deixei o trabalho todo ansioso e rumei para aquela pequena cidadezinha a oeste da capital. Foram os 150 quilômetros mais longos da história. A ansiedade de vê-la aumentava a cada giro do odômetro.

Cheguei por volta das 21 horas e liguei para ela.

- Dani, cheguei, linda. Como te acho?
- Estarei na praça central, em 10 minutos, me encontre lá.

Rumei um pouco até achar o local, mas lá estava ela. Seu carro estacionado e ela ao lado me esperando, parecendo estar tão inquieta quanto eu.

Estacionei ao lado, desci e rumei em sua direção. Ambos meio sem jeito, acanhados, com a face rubra. Sabíamos dos nossos desejos. Cheguei perto abracei-a e dei um beijo na bochecha.

- Oi, Dani.
- Oi, querido. Tudo bem?
- Claro! Contente em te ver.
- Eu também... Estava ansiosa por você.
- Eis-me aqui, Dani. Finalmente nos encontramos. Eu queria muito.
- Eu também.

Continuamos o papo, matando as saudades e colocando o papo em dia, mas sem deixar de colocar provocações no meio da frases. Sempre ríamos meio sem jeito com as brincadeiras insinuantes.

- Dani, tua boca...
- O que tem ela?

Meu beijo era a resposta mais precisa e contundente que podia dar. O beijo dela era a melhor resposta que eu podia receber. O clima evoluia, dando uma proximidade maior, aumentando nossa intimidade. Sentia seu corpo tremer, sua pela arrepiar e um suspiro escapar. Ofegante ela refletia o mesmo desejo que eu sentia. Tesão e desejo presentes.

Peguei na mão dela e disse: - Acredito que não poderei ficar contigo no hotel, né. Mas te convido para ir dormir comigo en outro lugar. Ela, felizmente, aceitou.

Ela deixou o carro no hotel e fiquei a esperando. Dani entrou no carro e rumamos para um motel afastado da cidade. Quarto grande, com sauna, cama gigante e banheira de hidromassagem.

O caminho foi sinuoso e não foi por conta das curvas. Era eu tentando me manter atento e dirigindo, com ela me beijando, me tocando e louca pra devorar meu pau na estrada. Com muita calma chegamos ao motel. Mal descemos e iniciamos uma torrencial de beijos. Tão molhados e quentes como chuvas de verão, porém não tão passageiras.

De joelhos, na cama, beijávamo-nos. Adorável. Mãos procurando e descobrindo os corpos. Eu, puxava o corpo dela contra o meu, puxando seu bumbum fazendo ela sentir meu falo duro roçando seu corpo. Seus peitos já não cabiam em minhas mãos. Deliciosos, suculentos, pedindo para serem sugados. Cai de boca naquelas peitos gostosos, bicos rosados e rijos, arrepiados. Enchia a boca, que transbordava de tesão. Dani já segurava meu pau pela calça, abrindo o zíper, louca para sentí-lo pulsar entre os dedos.

Em questão de segundos estávamos todos nús. Deitei-a na cama e fui por cima, beijando-a a boca e mostrando minha presença com meu corpo sobe o dela. Meu pau duro tocava sua xaninha, lisinha, e ensopada. Desci beijando o corpo... fluindo pelo pescoço, pelos peitos, barriga... descendo pelas pernas até as pontas dos pés e, paulatinamente, subindo de volta, explorando suas coxas por dentro, chegando perto da virilha. Eu não tinha pressa. Beijava como se estivesse provando o último morango da cesta, limpando com a língua o leite condensado que escorre pelos dedos. Seu néctar ensopava minha língua, que se perdia dentro daquela gruta gostosa. Uma xotinha rosinha, depiladinha... recebia todo carinho oral.

Dani, num surto, virou-se, pegou meu pau e o engoliu todo, de sopetão. Chupava majestosamente, com destreza, totalmente despudorada. Eu estava prestes e encher sua boca de porra. Ela tirou meu pau da boca e me deu uma camisinha. Eu vesti e ela sentou gostoso no meu pau. Ela metia forte... trepava gostoso, batendo forte seu corpo contra o meu, como se fosse a última foda da sua vida. Isso me entorpecia de tesão. Era uma completa safada, uma vadia. Eu dizia a ela tudo o que achava dela naquela hora. Ela amava. Metia mais forte ainda. Eu não resisti por muito tempo e gozei logo. Ela, insaciável, queria mais.

O desejo era tão forte, que meu pau nem mesmo baixou guarda. Coloquei outra camisinha e pedi ela de quatro. Aquele rabo enorme empinado na minha frente pedia pra ser penetrado. Fui colocando meu pau todo naquela xotinha gostosa. Ela gemia e pedia: - "Come sua safada, come. Fode tua putinha". Não me fiz de rogado e atendei seus pedidos. Dani gozou e em fração de segundos gozei junto novamente.

Paramos por um tempo, batemos um papo, tomamos um banhos e fomos para a banheira. Curtimos a boa companhia de cada um e trepamos gostoso ao som da água em movimento. Depois fomos dormir juntos.

De manhã cedo, despertamos e tínhamos que ir trabalhar. Eu ainda teria de voltar a São Paulo, mais 150 km de estrada.

Deixei a Dani no hotel e fiquei esperando. Ela fez o check out e saiu com o carro. Ela parou ao meu lado e disse um tchau. Eu emendei: - "Se soubesse o tesão que estou, não me daria tchau". Ela lamentou termos que ir embora. Ambos saírimos da cidade pela mesma estrada. Fui na frente e ela me seguiu. Não deu 5 km na estrada, dei seta e entrei numa estrada de terra. Ela, rapidamente entendeu e foi atrás. Era uma entrada de fazendo, com um lugar meio escondido. Paramos os carros lado-a-lado, ela desceu e perguntou: - "O que foi?". Eu sorri, olhei para o banco de trás do carro e disse: - "Quer?".

Dani abriu a porta e eu corri para trás. Tirei a roupa e ela já entrou quase nua. Vesti o preservativo e ela veio direto e sentou no meu colo, de frente. O sol escaldante da manhã do interior paulista fazía-nos suar... foi uma trepada mais que selvagem, desejo carnal puro... o tesão de ver os carros passando na rodovia à frente e a gente ali, escondidos, trepando gostoso. Gozamos muito forte... com urros prazer. Foi inesquecível. Este última "rapidinha" valeu por toda a noite. Foi bastante inusitada.

Já ficava tarde e tínhamos que ir embora. Nos trocamos, nos despedimos e cada um voltou para sua cidade.

Rumei os 150 km de volta. Foram 300 quilômetros que certamente valeram cada km rodado.

Coincidentemente, outros 300 km viriam a nos unir mais uma vez.

domingo, agosto 05, 2007

Na Energia do Rádio

Dia desses fui na Av. Paulista, em uma famosa rádio de São Paulo, no período da noite, onde é possível acompanhar ao vivo um de seus programas de maior sucesso. É divertido, pois você acaba conhecendo aqueles personagens (e as pessoas) que fazem você rir no trânsito infernal, ou mesmo em casa.

Cheguei e vi algumas outras pessoas por ali, todos fãs do programa também. Dentre os presentes, avistei ela. Já a conhecia de vezes anteriores. Sempre simpática, sorriu a mim, com aquele brilhos nos olhos e um sorriso carismático demais. Aproximei-me e a cumprimentei.

Batemos um papo, matamos a saudade de conversar um com o outro. Uma pessoa de companhi muito agadável, além de bonita e atraente. Ela, sem mesmo pretender, tem um ar sensual, poderosa. Uma mulher que provoca apenas por existir.

Perto do final do programa combinamos de sair para comer um lanche ali por perto. Nos sentamos na lanchonete e comemos, conversamos, rimos, nos divertimos. Parecia reciproco. Nós nos olhávamos, nos desejávamos... Era notável o tesão no ar.

Ela me acompanhou até o estacionamento. O beijo era inevitável. Acontecer era um detalhe, uma questão de tempo. Até mais. Uma questão de aproximação. Que beijo. Doce, macio, molhado e muito quente.

Ofereci a ela uma carona até em casa. Era fora de mão para mim, mas qualquer lado da cidade seria "o meu caminho".

A cada semáforo vermelho, rolava um beijo cheio de tesão... parecia até um beijo apaixonado, de tão bom que era. Não demorou e o clima estava bem quente. Ela, sem pestanejar, colocou sua mão sobre minha calça, sentindo o volume do meu pau. Escutei-a fazendo um "fffsssss" com a boca... deixando transparecer o tesão que já a dominava.

Para meu deleite, ela disse bem ao meu ouvido: "adoraria chupar seu pau, aqui mesmo na rua". Magicamente meu zíper estava aberto, tão rápido quanto ela fazia meu pau ficar duro. Ela pegou ele com vontade, segurou firme... fez um outro "fffssssss", abaixou e abocanhou meu falo duro, latejante.E que boca molhada. Com muita destreza ela chupava, de cima em baixo, de um jeito que me arrepiava o corpo todo.

Dirigi por cerca de 15 minutos e ela ainda chupava meu pau. Eu me segurava, entre trancos e barrancos, para que não perdesse o controle do carro e também não perdesse o controle do tesão. Gozar era algo pronto para acontecer.

Repentinamente ela levantou e me beijou a boca. A sua boca ensopada, com gosto de mulher vadia me excitava mais ainda.

Então eu disse: "sabe, neste bairro aqui existem muitas ruas escuras e vazias, adoraria comer você aqui mesmo". Era um bairro residencial nobre, de mansões. Me excitava pensar em trepar gostoso com ela, dentro do carro, na frente de alguma casa, na eminência do perigo de ser pego de surpresa. Mas o perigo dava uma pitada de tempero no tesão.

Ela, inquita, topou na hora e também disse ter vontade de realizar esta fantasia.

Paramos em um rua quieta e escuro, à beira de uma avenida movimentada. Era um misto de escondido com escancarado. No escuro, mas com carros passando logo em frente. Saber que os carros que passavam podia ver, ou suspeitar, mesmo que rapidamente, que estávamos transando, me excitava.

Pulamos para o banco de trás e começamos a nos beijar. Não dava mais para segurar. Minhas mãos já a despia toda. Logo eu estava tocando aquela bucetinha lisinha, depilada e ensopada. Isso escitava mais que tudo. O espaço não era dos maiores, meio desajeitado, mas toda aquela situação inusitada me devorava por dentro.

Peguei-a de jeito, e num beijo forte, falei: "quero te foder todinha, agora". Ela, arrepiada, respondeu que estava louca de vontade também.

Coloquei a camisinha e puxei-a para cima de mim. Ela sentou maestralmente no meu pau, encaixando-o gostoso com seu rebolado. Acho que a hora mais gostosa do sexo é quando você enterra o pau pela primeira vez. Desabrochar aquela flor-de-lotus me causa sensações de prazer carnal puro.

Os dois estavam embebidos de altas doses de prazer. A libido escoria pelos poros, na forma de suor e tesão. Ela cavalgava gostoso em cima de mim, enquanto nos beijávamos. Minhas mãos pegavam sua bunda e puxava ela contra mim. Aquela pegada! Uns tapas leves tiravam gemidos da sua boca. E ela pedia mais... Pedia pra ser fodida, como uma puta, uma vagaunda de rua. Isso nos excitava cada vez mais.

Eu cada vez mais pegava ela forte, com apertões e tapas na bunda, chamando-a de puta, vagabunda e vadia. Ela delirava de prazer e aquilo me consumia. Seus gemidos eram a pior tortura que podia me causar. Ela então explodiu num gozo forte, gemendo e pedindo meu pau.

Assim que ela gozou, tirei meu pau e pedi pra ela ficar de 4 para mim. Desajeito, mas com muito tesão, enterrei meu pau naquela bucetinha rosa, de 4... Fodendo gostoso, estocando gostoso contra aquela bunda. Não durei mais que algumas fortes bombadas e gozei gostoso, urrando de prazer.

Nossos corpos pingavam de suor. Era a prova cabal do ótimo exercício que fizeramos.

Nos trocamos rapidamente e fui levar ela embora.

Dia desses recebi um SMS que dizia: "quer repetir?". Será que devo?