sexta-feira, abril 25, 2008

Três contos em um. Um conto para três (parte II)

Durante a semana Silvia e eu combinávamos de nos vermos novamente, mas agora com a presença da amiga Dina. Silvia estava louca para me apresentá-la. Eu também estava, além de ansioso, curioso e instigado por vê-la.

Dina entrou na brincadeira e me mandou algumas mensagens de interesse, também dizendo que estava afim.

Chegada a sexta-feira, liguei para Silvia e ela disse que infelizmente não poderia ir nos encontrar. Dina trabalhara perto da casa de Silvia às sextas-feiras. Fiquei um tanto decepcionado, mas antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, Silvia me pediu: "gato, liga para a Dina, saiam vocês dois. Quero que se conheçam. Vou só ficar imaginando."

A idéia foi muito interessante e liguei para Dina. Melhor do que eu esperava ela foi muito simpática e atenciosa, uma voz espirituosa e cheia de energia. Me passou ótima impressão. Animado, contei a história que Silvia não poderia nos encontrar, mas que ela queria que fóssemos só nos dois. Ela topou!

Marcamos às 20 horas, em um adega perto do seu trabalho. Sexta, fazia um friozinho convidativo, mas que não intimidava. Nos sentamos à rua e pedimos duas taças de vinho da casa. Tinto suave, bem doce, mas muito gostoso. Cada gole compensava o frio e animava o nosso bate-papo.

Cada vez mais eu confirmava as boas impressões que Silvia havia me passado a respeito de Dina. Muito simpática e amistosa, conversava e desenrolava um assunto sempre mais legal que o outro. Houve uma boa conexão entre a gente e o clima foi nos aproximando, criando a bendita da QUÍMICA.

Risos, sorrisos, olhares. Aproximação. Pele, cheiro, tato. Cada vez mais chegávamos perto um do outro. O toque de mãos era inerente e inevitável. Sem perceber já estávamos de mãos dadas, boca-a-boca, coladas, pronta para um beijo caliente.

Silvia sempre estava nas nossas conversas e volta e meia falávamos dela. Comentei com Dina que Silvia sempe falava dela, e que estava muito afim dela, e que Silvia tinha uma enorme vontade de sairmos os três juntos.

Dina disse que só foi me encontrar a sós porque Silvia, ao telefone, deu um sinal positivo e disse que estava adorando todo aquele jogo de sedução. Eu já era presa fácil. De caçador a caça.

Contei que este muito ansioso para estarmos os três juntos, brincando, seduzindo e curtindo. Dina queria muito também, mas emendou: "mas antes estou louca para ter você sozinho, te conhecer melhor e depois aproveitar mais a três."

Pedi a conta e fomos para o mesmo hotelzinho que eu havia ido com Silvia na semana anterior. quarto diferente, mas não importava naquela momento.

Beijamo-nos muito, com desejo imenso, aguçado pelo papo gostoso e a iminência de uma transa a três. Todos queríamos muito aquele menage. Tesão incotrolável e sem freios e não demorou muito para nos desnudarmos. Corpo a corpo, quente, esfrega, arrepia, espreme.

Comecei a chupar Dina, loirinha, lisinha e molhada. Perto de gozar ela parou e começou a me chupar. Engolia com gosto. Dominava muito a situação, engoliando e sorvendo cada pedaço do meu pau.

Coloquei a camisinha e Dina sentou gostou em cima de mim. Metia gostoso, mexendo sempre na velocidade certa, movimento cadenciado e sempre no ritmo do nosso tesão. Não demorou e explodimos em um gozo só.

Deitei Dina de costas e comecei a fazer-lhe uma massagem enquanto conversávamos. Dina perguntou: "onde foi que aprendeu, heim?". Sorri maliciosamente e disse que o corpo dela desenhava onde e como queria ser tocado. Ela se arreipiou todinha, convidando-me a massageá-la com a língua. Com a ponta molhada eu percorria suas costas, bem pelo meio, subindo do seu bumbum ao pescoço. Aquela cavidade cervical era o caminho feliz a percorrer. Dina soltou alguns gemidos.

Desci e comecei a mordiscar sua bunda, desenhada, aredondada. Puxei ela de 4 e comecei chupá-la todinha. Confesso que chupar uma mulher de 4 me deixa fora mim. Que tesão!

Apontei meu pau para aquela bucetinha e cravei gostoso e fundo. Ela gemeu sentido minha pica entrar. Peguei Dina pela bunda com as duas mãos cheias, com força, mostrar que queria o corpo dela bem justo ao meu, puxando-a cada vez mais intensamente, estocando fundo na sua grutinha melada. Ela gozou gostoso, gemendo como uma cadelinha safada, o que me deixou excitado demais.

Virei-a na posição de papai-e-mamãe, abrindo bem suas pernas, tendo a visão daquela xoxota abertinha pra mim, como uma flor que desabrocha. Enfiei meu pau todo e comecei a meter forte, como ela pedia, cada vez mais. Eu estava tomado pelo prazer a gozei logo, num forte espasmo de prazer.

Já era um pouco tarde e fui tomar uma ducha. Dina foi em seguida e logo estávamos trocados para ir embora.

Ligamos para Silvia e conversamos os dois com ela. Brincamos que a cama estava grande demais sem ela e que a gente já tinha trepado gostoso imaginando ela junto de nós. Silvia riu sacanamente, deixando claro que sentia por nao estar presente, mas prometeu algo legal para logo. Demos um tchau e desligamos.

Antes de nos irmos começamos a nos beijar, parecia o primeiro beijo da noite. Intenso. Em um piscar de olhos estávamos nús novamente e nossos corpos entrelaçados. Dina me deitou na cama, virou-se de costas e sentou gostoso no meu pau. Eu tinha a visão mais erótica da noite. Aquela corpinho gostoso, com belas curvas femininas, aquele bumbum desenhado, redondo, e aquela bucetinha inchada, metendo gostoso no meu mastro, em um sobre e desce contínuo. Gozamos os dois juntos.

Nos refizemos, colocamos as roupas e fomos embora.

Ao deixar Dina em casa ficou a promessa: "Gato, semana que sem seremos nós três."

- Beijos e boa noite.
- Durma bem, Dina. Beijos!

terça-feira, abril 22, 2008

Três contos em um. Um conto para três

Meu celular vibrou com a chegada de uma nova mensagem. Olhei o SMS e dizia: "Saudades de você, meu gato. Estou morrendo de tesão".


Era Silvia, uma loira linda, corpo de desejo e um tesão de mulher na cama. Nada racional explica o tesão que temos um pelo outro. Só sabemos que adorarmos realizar nossas fantasias em comum. E temos muito em comum (Pizza a Trois).


Liguei de volta para ela e marcamos de nos encontramos. O mesmo lugar de sempre, aquela esquina movimentado e nada suspeita. De lá rumamos direto para nosso motelzinho preferido, um cantinho sossegado, singelo, mas que sempre acolha nossos encontros às escondidas.


Silvia estava cheirosa, bem vestida, cabo ainda úmido, como quem quisesse me deixar doido. E queria!


Nem bem entramos no quarto e nossos beijos eram quentes, com desejo latente, um calor profundo e ardente, com pressa de querer o outro. As mãos encontravam os corpos, explorando cada pedaço daquele pecado original. Enquanto redescobriamo-nos com o toque, despiamo-nos antecipando o ápice. Era tanto querer de desejo que não aguentávamos mais.


Ela vestia uma calcinha vermelha, minúscula. Quando vi, parecia um touro enfurecido pena bandeira de um toureiro. Sabia meu destino e queria aquela xaninha loucamente.


Silvia sentou-se na cabeceira da cama e abriu as pernas, me chamando pra chupá-la gostoso, lambusando minha boca do seu mel. Puxei aquela calcinha de lado e meti a língua gostoso naquele grelinho entumecido e rijo. Seu calor dava se sentir à distância. Sua buceta ensopada molhada minha cara, que se perdia naquela gruta do amor. Parecia uma cadela gemendo e logo encheu minha boca do seu mel de gozo.


Imediatamente ela me colocou sentou e começou a mamar na minha vara, que estava tão dura que fiquei impressionado do meu próprio estado, ele chegada a estralar de prazer. Ela chupava e gemia ao mesmo tempo. Não demorou muito e enchi sua boquinha de porra. Um jato forte no céu da boca.


Mesmo assim não estávamos satisfeitos. Ela louca de vontade e meu pau duro, pronto para mais uma. Coloquei a camisinha e coloquei Silvia de novo na cabeceira da cama, de pernas bem abertas e aquela boceta carnudinha e inchada bem arreganhada. Enfiei gostoso meu pau nela, bem fundo, estocando com prazer.


Metíamos gostoso, forte com aquela pegada de desejo. Falando besteiras no ouvido do outro. Cada vez que eu a chamada de gostosa e vadia ela gemia mais. Silvia faz o tipo de minha putinha na cama e adorar ser muito vadia. Isso me deixa muito cheio de prazer. Não aguentamos e gozamos juntos naquela posição.


Ficamos conversando um pouco na cama, para nos refazermos dequela trepada gostosa. Logo Silvia mencionou o nome de Dina, uma amiga que eu só tinha visto por fotos, que por sinal era uma delícia.


Silvia me contou que ela e Dina estavam em um bar próximo de casa em uma sexta-feira que ela me ligou e chamou para ir vê-la. Eu não puder ir naquele dia. Dina havia confessado a Silvia um desejo por ela, deixando escapar que "encararia ela na boa".


Fiquei excitado com aquela frase e comecei a fantasiar uma situação. Silvia, sem demorar disse que também ficou muito afim e queria muito sair com ela, mas que eu fosse junto. O tesão cresceu na hora e começamos a nos beijar.


Logo estávamos trepando gostoso de novo, fantasiando Dina conosco.


Silvia esta deitada e eu no papai-mamãe com ela e ela pedia Dina junto. Queria que ela estive sentada na sua boca para que ela pudesse chupá-la.


Coloquei Silvia de 4 e fodia gostoso aquela buceta melado em um ritmo frenético. Pedi para que Silvia imaginasse Dina em sua frente, com as pernas abertas e aquela buceta gostoso para ela chupar todinha. Não demorou e gozamos juntinhos.

Logo fomos embora e Silvia disse que queria voltar a me ver logo. Prometeu me apresentar Dina e arruma um encontro a três. Fiquei muito animado com a possibilidade!

Na semana seguinte...