segunda-feira, junho 18, 2007

Na hora do almoço

Já era perto de meio dia, eu tinha que terminar uma proposta comercial e entregá-la ao meu chefe. Os colegas de trabalho me chamavam pra ir almoçar, mas a fome ainda não havia chegado. Resolvi ficar navegando um pouco na internet até que o apetite aumentasse.
Entrei no MSN e ela apareceu, Ane. Uma mulher oriental, de papo agradável, voz doce e aveludada, digno de locução de aeroporto, em encanto de pessoal. Uma mulher deslumbrante.
Dei um breve "oi" e ela abrilhantou meu dia com um belo avatar no MSN. Uma imagem deslubrante dos seus seios, aliás, peitos, lindos, volumosos, bonitos.
(Avatar significa manifestação corporal de um ser imortal. Em informática, avatar é a representação gráfica de um utilizador em realidade virtual, ou simplesmente a foto do MSN.)
Elogiei sua foto e ela disse que havia acabado de tirá-la, e ainda vestia o mesmo vestidinho da foto. Era meio que um babydoll e um pijaminha. Ao ler sobre suas vestes, me bateu um enorme tesão. Daqueles que um homem sente quando vê uma mulher em um traje singelo, porém extremamente excitante. Um fetiche!
Ela, para retribuir o elogio, ligou sua webcam e desfilou para eu ver. Mostrou seus belos peitos, ergueu o vestidinho, exibindo sua xaninha gostosa, seu bumbum carnudo, ela toda.
Neste momento não existia a menor chance de sentir fome. O meu apetite agora era outro. Sexual, por ela. Comentei com ela, e Ane disse que havia acordado com um fogo tremendo, algo arrepiador. Eu brinquei dizendo que adoraria ter acordado ao lado dela, para abastar a sua vontade. Ela riu e disse que adoraria ter sido acordada por mim.

Nessa hora meu tesão passava dos limites aceitáveis. Então decidi declarar minhas vontades a ela. Ane disse que sairia de casa para o trabalho por volta de 14:30 horas. Era perto de 12:30h.
Então eu disse: - Ane, não sabe como estou louco de tesão por você.
Ela retrucou: - Eu também, uma vontade louca de sentir você. Que loucura!
- Ane, sabe que esta seria uma boa loucura nessa altura do dia. E eu estou morrendo de vontade de você.
- Em quanto tempo você chegaria aqui? Ainda preciso me trocar. Precisa ser rápido, pois depois vou trabalhar.
- Acho que 40 minutos. Te encontro no estacionamento do mercado, ok? Traga sua roupa de trabalho também.
Eu respondi afirmativamente, sai da minha mesa e fui ao encontro dela.
Meu tesão era enorme. Chega a entorpecer meu corpo, anestesiando todos os meus nervos, mas mantinha meu membro ereto, duro. Meu falo palpitava de prazer. Os 40 minutos de carro ele ficou lá, vibrando de tesão.
Cheguei ao estacionamento do mercado, local combinado, na hora exata. Liguei e ela já estava descendo do prédio. Não demorie muito eu a vi, toda deslumbrante, bem vestida, arrumada. Uma mulher de verdade, que sabe se vestir, se produzir. Ela vestia um sutil vestido cinza jeans, com um ziper na frente, até o meio das coxas, com um lenço no pescoço, que lhe dava elegância e charme.

Ela chegou até mim, nos cumprimentamos e lhe dei um terno abraços seguido de um beijo na boca, quente e ensandecido de prazer. Então disse: - Você me causa um tesão descontrolado. Ela sorriu alegremente.
Eu trouxe Ane para dentro do carro e começamos a nos beijar. Um beijo quente, prazeroso, que deixava toda a química do momento se espalhar. O ambiente estava tomado de um senso comum de desejo, nossos corpos transbordavam o desejo mais libidinoso, tomando conta do nosso pensamento.
Fomos direto a um motel próximo. Local bonito, aconchegante. Nem bem paramos o carro, descemos e ali mesmo, na garagem do quarto nos pegamos deliciosamente. Minhas mãos já lhe tocavam o corpo todo. Percorria cada centímetro da sua bela forma, delineando a forma mais desejada.
Coloquei-a de costas para mim, logo na porta de entrada. Beijava seu pescoço por trás e com as mãos a possuia toda. Abri a porta num rápido movimento e entramos. Não demorou muito e seu ziper foi logo aberto. Eu via ali, seu corpo, aquele mesmo belo corpo do avatar. Que peitos, que pele, que cheiro bom.
Ela vestia uma linda calcinha rosa, rendadinha, o que me deixou mais louco ainda. Toquei seus peitos, e os beijei gostoso. Ela sentou na cama e já abocanhou meu pau todo. Chupava com destreva e com uma vontade irreconhecível. Eu estava arrepiado, e não podia mais segurar.
Disse a ela que ia gozar e ela pediu que fossa na boquinha. Sem tirar por um segundo, ela sorveu toda minha porra.
Coloquei-a na cama e com um beijo na boca fui despindo-a da calcinha. Rapidamente desci até sua prazer maior, sentido Ane molhada, ensopada de prazer, louca por mim. Do jeito que mais adoro, beijei seu corpo todo, me lambuzando todo do seu mel, tornando aquele momento um raro minuto de excitação extrema. Que delicia era chupar aquela xoxota rosinha e molhada.
Ane é uma mulher muito sexual. Então ela me pediu para sentir meu membro dentro dela. Como num passe de mágica, vesti minha camisinha e deitei na cama. ane veio por cima e sentou delicadamente no meu pau. Senti cara milímetro do seu corpo acolhendo minha pica dura. Um êxtase total.
Sentada ela cavalgou dignamente como uma amazona enfurecida. Juntou-se perto do meu corpo, fechou suas pernas e assim mesmo se mexia. Eu podia sentir cada movimento e vibração do seu corpo. Não demorou e ela gozou, num gemido que envenenava minha alma.
Querendo mais ela pediu pra comê-la de quatro. Eu adorei. Ela pedia e clamava por minha pica entrando ferozmente nela. Eu a chamava de minha putinha, minha vadia. Ela adorava ouvir os insultos, que mais pareciam elogios à destreza sexual que ela possuia. O que só fez aumentar o tesão. Aquela bunda branquinha, gostosa, pedia uns bons e leves tapas. Quando mais eu batia, mais ela gemia. Logo se viu um bumbum rosa, que acabara de levar um bela lição do seu macho. Ela delirava de tesão e eu já não podia mais aguentar. Gozei!
Paramos um poucos e conversamos. Ane é alguem de espetacular companhia. Fomos para o banho juntos. Voltamos ao quarto e logo, tomados pelo tesão, demos mais uma bela foda. Era tarde, ela precisava ir trabalhar e eu voltar ao meu posto.
Paramos no meio do caminho num fast-food e fomos comendo no caminho. Deixei-a no metrô e então ligou meu chefe: "Onde está a proposta que você me prometeu?"
- Calma chefe, já estou chegando e lhe entregarei.
Já era 16:00 horas, eu havia acabado de entregar o documento e meu dia, além de satisfeito, estava salvo.

sexta-feira, junho 01, 2007

Incêndio de prazer

Era quase 5 da tarde e resolvi ligar pra ela, Tania. Disse que estava saindo do trabalho e ia até a faculdade providenciar o seu diploma, pois havia se formado ano passado.

Eu, que estava por perto, ofereci carona, como uma ótima oportunidade da gente se ver e passarmos algum tempo juntos, pois havia mais de um ano que não nos falávamos. Ela prontamente aceitou.

Cheguei pontualmente às 17 horas e ela estava lá, 5 kilos mais magra, linda. Quando entrou no carro, o seu perfume tomou conta do ambiente, penetrou em mim e impregnou na minha mente. Havia mais de um ano sem nos vermos, mas as lembranças estavam sempre frescas na mente. Foi como aguçar o faro e o instinto masculino mais forte que existe. Me arrepiei todo. Que pele, que corpo, que cheiro. Seus cabelos mais longos. Tudo me deixava instigado, com a libido lá em cima.

Durante a 1 hora que passamos no trânsito colocamos o papo em dia, as novidades, as saudades etc. Foi gostoso. Rimos muito.

Chegamos à faculdade e fomos comer algo. Estávamos famintos. Logo depois a acompanhei no seu pequeno compromisso com o diploma.

Depois seguimos a um local, nos encontamos em pé e ficamos de papo. Papo vem, papo vai, frio que passa, frio que fica, e os corpos foram se encontrando, numa proximidade que proporcionava o aconchego do calor e a excitação natural dos corpos que cada um sentia.

Não demorou muito eu disse que ia embora, pois precisava ir para a academia. Demos um longo e demorado abraços. Um quente, forte, gostoso. Foi a faísca que iniciou o fogo.

Ela, ao meu ouvido, disse: "Sinto que você anda bem animado comigo aqui". Eu, que não podia esconder o volume contra seu corpo, respondi: "Saudade, vontade, desejo. Te quero".

Tania suspirou e se arrepiou toda. Começamos um beijo molhado, tórrido e quente. O frio já havia passado, mas o vento ajudava a propagar e alastrar as chamas deste fogo.

Levemente beijava a boca de Tania, tocando seu rosto. Paulatinamente lambia seus lábios quentes. Ela, entre suspiros e pequenos gemidos dizia: "Assim é apelação". Eis que respondi: "Apelação é a vontade que estou de te lamber deste jeitinho". Eu, sem titubear, roçava meu pau no corpo dela, mostrando meu grau de excitação. Ela brincava! Com fogo não se brinca.

Ela não se aguentou. Pegou minha mão e me puxou para o prédio que estudara no passado. Eu, sem saber, segui, apreensivo. Perguntei onde íamos e ela me mandou apenas me calar. Ela olhou para os lados, viu que não havia ninguém e então abriu a porta da escada de incêndio, me puxando pra dentro, com uma voracidade de mulher louca de tesão. Não preciso dizer que adorei e isso me fez louco de desejo.

As escadas eram bem escuros. Duas portas para se chegar até lá. Ouviríamos qualquer um que tentasse chegar. Não deu tempo. O beijo rolou, gostoso. As mãos se tocavam incessantemente, incadeciam de prazer a ambos. Uma loucura, desejo total, fogo de paixão, de tesão.

Ela estava de saia e, para minha bela surpresa, de meias 7/8. Minhas mãos percorreram até suas coxas e puxando para cima leantei sua saia. Meu pau latejava quando percebi suas meias e toquei seu bumbum. Deliciosos! Carnudos e arrepiados. Sua calcinha era minúscula, se perdia entre sua bela bunda.

Repentinamente virei-a contra a parede, encostei em seu corpo e disse: "Quero possuir você todinha agora". Ela, sem esboçar reação contrária disse: "Isso, me possui toda, me fode todinha".

Tirei sua calcinha de lado e tocava sua xana com os dedos. Ela estava ensopada. Tirei meu pau para fora (coloquei a camisinha), ela encostada na parede, abaixei-a um pouco e coloquei meu pau todo dentro. Ela gemeu forte, como se quisesse aquilo demais.

Era um tesão louco, incontrolável, um incêndio de proporções romanas. Ela de 4, se empinava cada vez mais... Eu estocava gostoso nela, com vontade. Não demorou e os dois gozaram, quase que sincronizadamente.

Ali era perigoso, precisávamos sair. Ela desceu a saia. Conferimos tudo e saímos. Viramos o corredor e ela avisa uma amiga.

Os sorrisos em nossos rostos entregava. Será que ela percebeu?