Na calada da noite
Passava de meia-noite e eu estava em casa à toa, lendo e-mails e batendo papo sem propósito. O sono não vinha, embora o dia seguinte eu levantaria cedo para o trabalho.
Uma nova mensagem do MSN chega e eu abro.
- Oi gato, boa noite. Tudo bem?
- O Tania, tudo bem, e você? - respondi.
- Mais que bem, gato.
- Uau, que animação. O que houve?
- Nada demais, apenas estou animada. E...
- E??? - já retruquei curioso.
- ... e naqueles dias em que não conseguimos ficar quietas.
- Nem me fale, Tania. Hoje é um daqueles dias para mim.
Eis que, inesperadamente, surge um pedido para exibir a câmera dela. Aceitei o pedido que, em seguida, veio com uma estarrecedora e provocante imagem de Tania, vestida apenas com um lindo e pequeno baby doll vermelho.
Provocante como sempre nas palavras, mas agora em imagens, Tania mordiscava seu dedo com os lábio, em um tom zombador e atiçante.
Suspirei fundo e senti a brisa da janela arrepia meus pelos. Eu estava imerson na vontade enorme do tesão que nos consome sem mais nem menos, sem avisar.
O papo não parou, muito menos Tania, que continuava a provocar, com palavras, com cenas e poses. Ela tinha a exata noção do seu poder de cativar e seduzir um homem.
- Taniaaaa... tem noção do que está fazendo? Estou me contorcendo aqui.
Ela, rindo, emendou - o que estou fazendo, docinho?
- Esse teu jeitinho marota, está me deixando doido.
Ela se tocava, passava as mãos pelo corpo. Seu baby doll de setin fazia suas mãos deslizarem suavemente, com leveza. Me provocava arrepios.
Com um dos dedos percorrendo seu decote, ela enfiava ameaçando mostra seu seio. E o fez. Tirou um e tocava seu mamilo rijo e duro, tocando a pontinha com seu dedo, levando-o à boca, e com a outra mão pegava no outro seio, mordendo seu lábio.
Já chegava a 1 da manhã e Tania abaixou a câmera e diretamente focou sua calcinha, puxando ela de ladinho e exibindo aquela grutinha lisinha, depiladinha e já brilhando de tão meladinha.
Meu pau latejava de tesão. Já não aguentava a vontade que estava. As imagens me torturavam.
Escrevi no MSN: - Tania, estou louco de vontade de você. Vou ai te ver.
- Não, minha mãe está dormindo aqui em casa. E você não viria.
- Olha, não duvide de mim.
- Você não seria capaz!
- Tania, estou saindo de casa. Quando chegar te ligo. Beijos!
- Ah, pára seu doido...
Desliguei o MSN e, sem pestanejar, naqueles lampejos de inconsciência letárgica que o tesão nos causa, fui em disparada à sua casa.
Em 15 minutos cheguei na frente da casa de Tania...
- Alo, Tania? Sou eu. Cheguei, estou aqui embaixo.
- Seu maluco!!! Eu duvido, é mentira.
- Então olha pela janela.
Uma pausa por alguns segundos e então - Não acredito, doido.
- Falei que vinha, você nunca deu fé.
- Você é doido, minha mãe está aqui e já passa de 1 da manhã - disse incrédula.
- Então desce aqui no carro, delicia.
- Imagina, eu já estou de baby doll e o que vou dizer ao porteiro?
- Que delicia, assim que eu querro - eu arrematei - Então diz para o porteiro que seu "primo" veio lhe trazer algo que estou subindo - e desliguei o fone.
Assim que cheguei ao portão o porteiro deu um sinal e eu entrei. A garoa e o frio me faziam tremer, mas a tensão e o tesão no ar me faziam chacoalhar.
Subi e encontrei Tania já na porta, com cara de assustada e surpresa com minha atitude. Ela vestia um roupão branco, por cima do seu baby doll. Aquela imagem me deixou de pernas bambas.
Dei um beijo e "oi" e a ouvi me chamando de louco e doido umas cem vezes. Aquilo soava como "adorei".
Puxei-a pela mão e disse - vamos para a escada!
- Não! Lá tem câmeras. Doido. E minha mãe está dormindo aqui dentro.
Ela, mesmo assim, me puxou para dentro, direto para a cozinha e aos murmuros falava para mim.
- Meu Deus, que louco, nem sei que fazer se minha mãe acordar...
Não deixei-a terminar e peguei ela de jeito e já tasquei um beijo forte, com a intensidade do momento.
A pegada foi recíproca, amassos e beijos. Mãos bobas, mas espertamente entranhas.
Logo Tania se abaixou, abriu meu zíper e tirou meu membro vibrando de prazer, melado de tanto tesão. Abocanhou com gosto, como se nunca tivesse provado, mas com a maestria de quem sabia muito bem o que fazer.
Tania estava gulosa e fazia barulhos de chupa ao engolir meu cacete. Ela parou com medo do barulho e ficou de pé novamente.
Peguei sua perninha e coloquei em cima do banquinho, deixando aquela flor abertinha. Ajoelhei-me ao chão e comecei e degustar aquele mel doce e quente. Metendo a língua no grelo meladinho, sentido seu corpo arrepiar.
Com medo ela me puxou para cima. Fiquei em pé e já a virei de costas, apoiada para a mesa. Pedi e imediatamente ela tirou a calcinha. Coloquei uma camisinha e já meti nela de quase que de 4, apoiada.
O tesão era tanto que de imadiato já dava estocadas fortes, pegando Tania pela cintura e sentindo aquela rabo gostoso roçando no meu pau.
Entorpecidos com toda essa loucura, gozamos juntos, muito rapidamente. Já não aguentávamos o prazer latente.
Ela se virou e quase que me dando uma bronca esbravejou: - Maluco, minhã mãe pode acordar. Melhor você ir embora.
Tasquei um beijo forte, pegando pela nuca e sai pela porta, sorrateiramente, na ponta dos pés.
Dei outro beijo do lado de fora de seu apatamento e desci pelo elevador. Ria sozinho, satisfeito pelo gozo inusitado e pela loucura feita.
Em seguida recebi uma mensagem no celular: "doido. minhã mãe saiu do quarto em seguida e perguntou se tava tudo bem. rsrs.. adorei. bjs".
Cheguei em casa e, regozijado, dormi feito criança.
